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Liderança, liderança …

Na loucura de um mundo doente, podre, vingativo, interesseiro e colonialista a que chegamos, a pobreza de líderes autênticos salta aos olhos. Restaram-nos as lembranças de Margareth Thatcher, Abraham Lincoln, Mahatma Gandhi, Nélson Mandela, Elizabeth I, George Washington, Winston Churchill e alguns outros mais.

Em seus tempos, enfrentando barreiras e desafios, contribuíram com exemplos marcantes de procedimentos éticos, baixando leis, assegurando direitos, verdadeiros propósitos de vida, inimagináveis nos dias atuais. Coisas que o ‘velhinho’ da Casa Branca jamais fará.

E na Terra de Cabral,o que já tivemos? Juscelino Kubitscheck de Oliveira, Ulisses Guimarães, Tancredo de Almeida Neves, Aureliano Chaves de Oliveira,Marcos Maciel, José de Alencar Gomes da Silva, Jânio da Silva Quadros, Benedito Valadares, Leonel Brizola, hum?

E o que temos atualmente? Nada animador. Nada temos de verdadeiros líderes. Temos pessoas ocupando espaços, cargos e funções tanto na vida pública como na privada. À distância, Geraldo Alkmin parece ser uma pessoa moderada, conciliadora, tolerante, que não guarda mágoa ou rancor e até mesmo de bons princípios. Mas…

Liderança não se impõe. Se conquista sem berros, sem gritos, sem ameaças ou arrogância desmedida. Ela vem com a prática de atos transparentes, através de uma conduta séria e equilibrada, de procedimentos éticos, com atuações firmes e até mesmo com um olhar.

Liderança se faz necessária em todos os setores da vida humana. Cabível e necessária sim, também no mundo esportivo, não importando se no amador ou no profissional. Organização, planejamento, disciplina e LIDERANÇA devem caminhar juntas.

Por aqui, na Terra de Serra Lima, como estamos de lideranças? Temos valores marcantes positivamente? No contexto do Estado como estamos? O que significamos? Somos ouvidos ou mesmo partícipes? 0 que temos para dizer ou mesmo mostrar? Diga aí, meu caro Bolivar.

Não custar lembrar do velho morubixaba Raimundo Albergaria, do Doutor Ladislau Sales, de Antônio Rodrigues Coelho, de Otávio Coelho de Magalhaes, do descomunal Mendes Barros, do seríssimo Raimundo Rezende, do irrequieto Hermirio Gomes da Silva, de João Domingos Fassarela, de Sebastião Rodrigues da Cunha e de mais uma meia dúzia de gente boa.

0 que esperar de um verdadeiro líder? Que tenha discernimento para desenvolver, com habilidade, uma liderança eficaz; que tenha em mente a prática de técnicas de comunicação para melhorar a interação com sua equipe; que saiba delegar tarefas de forma estratégica.

E mais: que saiba estabelecer e definir metas claras a serem alcançadas; que tenha em mente a necessidade de se construir uma cultura organizacional; que tenha a sabedoria para gerenciar e administrar conflitos e vaidades; que tenha criatividade para manter a equipe engajada.

Liderança, liderança … Cristã. Guiar as pessoas com respeito, com paciência, com tolerância, com diálogo, inspirando-as a terem em mente o propósito, valores e determinados princípios, dentre os quais a ética e moral. E ouvi-las, também. Sempre têm algo de bom a ser transmitido.

Como têm sido as condutas e procedimentos de nossos líderes em nossa Urbe quando o assunto, demanda e questionamentos recaem sobre instituições assistenciais, filantrópicas, esportivas e comunitárias? Tudo nos conformes? Ou Carecem de uma oportuna e necessária reciclagem Doutor Hoberg?

Liderar não é tarefa fácil. Ao contrário, é desgastante e muitas vezes provoca discórdias, incompreensões, divisões e inimizades. Há pessoas que são chamadas à liderança. Não são donas de si mesma. Restam-lhes a fé e coragem no menino DEUS.


(*) Ex-atleta

N.B.1 – Loucuras desmedidas, precipitadas e duvidosas marcam as contratações de nossos clubes, independentemente de suas posições no cenário nacional. Pouco planejamento…

N.B.2– Por aqui, aguarda-nos um relâmpago campeonato rural, o que ocorre em todos os Estados. A luta será a de sempre ou teremos algo mais a ser comemorado?

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