Desistir ou seguir em frente?

Na falta do que fazer ou mediante constatação de reiterados fracassos, o pretenso dono do mundo volta sua língua felina para o líder católico, certamente para desviar as atenções dos inúmeros revezes que passam a fazer parte de sua bisonha biografia. História da humanidade…

Na Terra de Santa Cruz, que se diz abençoada por Deus, a CASA parece cair para celebridades e não celebridades, não importando a que PODER da República fazem parte ou pertençam os atuais ocupantes ou atingidos por holofotes midiáticos. É a imutável lei da natureza…

Princípios humanos normalmente são marcados pelo ego, vaidade, tradição, lógica material e motivação momentânea, enquanto as coisas de Deus são focadas no amor, na observância e propósitos eternos. Foi assim evidenciado no embate ocorrido entre o Mestre e o apóstolo Pedro. A mentalidade terrena deve ser suplantada, senão…

Por aqui na “terrinha” nada parece ser diferente e o amadorismo, vaidades, despreparo, descompromisso, passando pelo ódio exacerbado, conduzem a outrora ‘rainha” ao ostracismo inimaginável, fazendo com que gestores antigos, mortos e indignados, remexam em suas sepulturas, demonstrando contrariedade, ante o silêncio de outros tantos.

Vamos cuidar do “nosso” meu caro Bolivar. Estender a mão ao caído, ao necessitado, suprir a ausência estatal (União, Estado e Município) não é tarefa fácil. São muitos os convidados. Quase ninguém tem tempo. É bíblico. É preciso ter fé. Fé nos revezes da VIDA.

Mais de duas décadas são passadas e a trancos e barrancos vamos tocando o barco, ainda que pelo caminho muitos dos nossos vão desanimando, desistindo e outros tantos chamados e recolhidos pelo Criador do Universo. O legado de alguns, nos motivam a pelejar, teimosamente.

Quantos desafios meu caro Bolivar? Quantas mazelas? Quantas adversidades? Onde está o ESTADO, esta figura dantesca segundo determinado Rei de França? Frieza total. E estamos em ano de eleições. Vai dar náusea, mas não podemos nos omitir. TEMOS QUE PARTICIPAR!

A tal de terceira idade ou melhor idade desnuda situações que a juventude nos escondeu ou no mínimo camuflou. Ninguém é intocável ou inatingível. Acabamos de perder o extraordinário e inigualável OSCAR SCHIMIDT, com apenas 68 anos de idade, vítima de uma doença que ainda desafia estudiosos, pesquisadores e o mundo da medicina. Como explicar?

Voltamos a repetir: é preciso ter fé, acreditar e colocar nas mãos do CRIADOR do Universo nossa vida, nossa disposição, nosso comprometimento e buscar, dia sim outro também, fazer o bem sem olhar a quem, sem esperar agradecimentos, palmas e homenagens. Quando muito, busquemos fazer por merecer o olhar lá de CIMA.

Desigualdades e adversidades saltam aos olhos, ainda que existam em profusão normas, organismos e dispositivos legais destinados a enfrentá-los, combatê-los e solucioná-los ou minimamente minimizá-los. Funcionam na plenitude? Quanto descaso…

Muito mais que a caminhada até EMAÚS e posterior retorno a Jerusalém, devemos sim enfrentar percursos infinitamente maiores desde que estejamos portando sandalhas da humildade, que tenhamos crença, propósitos, convencimentos e substituindo a descrença e o desânimo por fé inabalável. Sim, é preciso ter FÉ.

Faça uma convocação geral meu caro Bolivar. O Projeto a que pertencemos tem um propósito e um compromisso claro com seus colaboradores e simpatizantes. Há demandas e desafios a serem enfrentados com galhardia e denodo. Cidadania é um direito e não mero favor do ESTADO.

Enveredando por águas mais distantes e profundas constataremos que não podemos desanimar e nos omitir no momento atual. Foquemos em um horizonte de compromissos objetivando restabelecer dignidades de alguns e assegurá-las a outros tantos.


 (*) Ex atleta

N.B. l –O mundo esportivo valadarense se despediu na última semana de mais um de seus abnegados, simpatizantes e dedicados comunicadores. Partiu Valtinho de Assis, comunicador falante e que fez parte dos idolatrados atletas-dentes de leites da rica história do futebol amador de Governador Valadares. Deixa muitas saudades.

N.B.2 – O Brasil e o mundo, se despediram de Oscar Schmitd na semana que se foi. Sem dúvida alguma um ícone do basquetebol de nosso país e do mundo. O ‘Mão Santa,” como ficou conhecido, deixa um legado extraordinário. Oxalá tenha, de nossas autoridades, o respeito e reconhecimento demonstrado por outros povos.

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