
GOVERNADOR VALADARES – A primeira reunião ordinária de novembro da Câmara Municipal de Governador Valadares, realizada nesta terça-feira (3), foi marcada pela aprovação de três projetos de lei, pela derrubada de um veto do Executivo e pela manifestação de monitores da rede municipal de ensino.
Entre as propostas aprovadas está o Projeto de Lei nº 223/2025, do vereador Dandan Cesário, que cria a Semana Municipal da Paternidade Atípica. A iniciativa pretende ampliar o debate sobre os desafios enfrentados por pais de crianças com deficiência ou necessidades específicas.
Também foi aprovado o Projeto de Lei nº 246/2025, da vereadora Sandra Perpétuo, que reconhece o Coletivo Abayomi como entidade de utilidade pública municipal. A votação terminou com 16 votos favoráveis e três abstenções.
Já o Projeto de Lei nº 22/2026, do vereador Amaral do Povo, prevê a oferta obrigatória de meios eletrônicos de pagamento, como Pix e cartões, na compra de passagens do transporte coletivo interurbano com embarque em Governador Valadares. A proposta recebeu aprovação unânime.

Outro destaque foi a rejeição do veto do Executivo ao projeto da vereadora Gilsa Santos, que institui a Semana Municipal do Brincar no calendário oficial da cidade.
Manifestação de monitores interrompe sessão
A sessão foi interrompida por alguns minutos após a entrada de um grupo de monitores da rede municipal de ensino no auditório da Câmara. Com cartazes e palavras de ordem, os profissionais apresentaram reivindicações relacionadas à valorização da categoria e às condições de trabalho.
Antes da manifestação na Câmara, o grupo havia realizado um protesto em frente à Prefeitura. Entre as cobranças estão a regulamentação da Lei Federal nº 15.326/2026 e esclarecimentos sobre mudanças na organização do atendimento nas instituições municipais de Educação Infantil.
O presidente da Câmara, vereador Alê Ferraz, recebeu os manifestantes, reconheceu o direito ao protesto e pediu que o andamento da sessão fosse respeitado.
Durante os debates, vereadores se comprometeram a articular uma comissão para buscar uma reunião com o prefeito, o secretário municipal de Educação e o secretário de Governo. A proposta é apresentar as reivindicações dos monitores e obter esclarecimentos sobre as medidas anunciadas pela administração municipal.








