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Produção industrial de Minas Gerais avança 3,1% em dezembro

A produção industrial de Minas Gerais apresentou, em dezembro de 2020, um avanço de 3,1% frente ao mês imediatamente anterior, na série com ajuste sazonal. Onze dos quinze locais pesquisados mostraram taxas positivas, refletindo, em grande medida, a ampliação do movimento de retorno à produção das unidades produtivas, após as paralisações/interrupções ocorridas em várias unidades, por conta dos efeitos causados pela pandemia da COVID-19. Nesse mês, Espírito Santo (5,4%) e Ceará (4,7%) assinalaram as expansões mais acentuadas. Por outro lado, Bahia (-4,0%) e Amazonas (-3,7%) apontaram os recuos mais elevados em dezembro de 2020.

Onze dos 15 locais pesquisados tiveram aumento na produção industrial de novembro para dezembro, na série com ajuste sazonal. As expansões mais acentuadas foram no Espírito Santo (5,4%) e no Ceará (4,7%), enquanto os recuos mais intensos foram na Bahia (-4,0%) e no Amazonas (-3,7%).

Já no acumulado em 2020, houve quedas em 12 dos 15 locais, com destaque para Espírito Santo (-13,9%), Ceará (-6,1%) e São Paulo (-5,7%). Os índices positivos foram registrados em Pernambuco (3,7%), Rio de Janeiro (0,2%) e Goiás (0,1%).

No crescimento de 0,9% da atividade industrial na passagem de novembro para dezembro de 2020, na série com ajuste sazonal, houve predomínio de resultados positivos, alcançando 11 dos 15 locais pesquisados, refletindo, em grande medida, a ampliação do movimento de retorno à produção de unidades produtivas, após a adoção de medidas de combate à pandemia de Covid-19.

Nesse mês, Espírito Santo (5,4%) e Ceará (4,7%) assinalaram as expansões mais acentuadas, com o primeiro eliminando dois meses consecutivos de recuo na produção, período em que acumulou perda de 2,3%; e o segundo acumulando expansão de 120,7% em oito meses de taxas positivas seguidas.

Pará (3,6%), São Paulo (3,4%), Minas Gerais (3,1%), Mato Grosso (3,0%), Paraná (2,8%), Santa Catarina (2,4%) e Rio Grande do Sul (1,2%) também mostraram avanços mais intensos do que a média nacional (0,9%), enquanto Rio de Janeiro (0,2%) e Região Nordeste (0,2%) completaram o conjunto de locais com índices positivos nesse mês.

Por outro lado, Bahia (-4,0%) e Amazonas (-3,7%) apontaram os recuos mais elevados em dezembro de 2020, com o primeiro voltando a recuar após acumular avanço de 35,5% no período maio-novembro de 2020; e o segundo eliminando a expansão de 3,6% observada em novembro último. Pernambuco (-2,9%) e Goiás (-0,8%) assinalaram os demais resultados negativos nesse mês.

O índice de média móvel trimestral da indústria mostrou expansão de 1,0% no trimestre encerrado em dezembro de 2020 frente a novembro após também avançar em novembro (1,6%), outubro (2,4%), setembro (4,8%), agosto (7,1%) e julho (9,0%), quando interrompeu a trajetória predominantemente descendente iniciada em novembro de 2019. Nove dos 15 locais pesquisados apontaram taxas positivas nesse mês, com destaque para os maiores avanços registrados por Santa Catarina (2,7%), Paraná (2,5%), Ceará (2,4%), Rio Grande do Sul (1,9%), Região Nordeste (1,8%), São Paulo (1,7%), Minas Gerais (1,4%) e Espírito Santo (1,0%). Por outro lado, Goiás (-1,8%), Pará (-1,5%) e Mato Grosso (-1,0%) assinalaram os recuos mais elevados em dezembro de 2020.

Na comparação com dezembro de 2019, na série sem ajuste sazonal, a indústria cresceu 8,2%, com 13 dos 15 locais pesquisados apontando resultados positivos em dezembro. Rio Grande do Sul (19,7%), Paraná (18,9%), Santa Catarina (18,7%), Minas Gerais (18,4%), Ceará (17,7%), São Paulo (17,5%), Amazonas (9,6%) e Pernambuco (8,3%) tiveram avanços mais intensos do que a média nacional (8,2%), enquanto Região Nordeste (5,7%), Espírito Santo (4,2%), Pará (2,3%), Mato Grosso (1,2%) e Bahia (0,4%) completaram o conjunto de locais com crescimento na produção no índice mensal de dezembro de 2020. Já Rio de Janeiro (-3,9%) e Goiás (-3,5%) apontaram os recuos nesse mês.

No acumulado de 2020, frente a igual período de 2019, a queda na produção alcançou 12 dos 15 locais pesquisados, com destaque para Espírito Santo (-13,9%), Ceará (-6,1%) e São Paulo (-5,7%). Amazonas (-5,5%), Rio Grande do Sul (-5,4%), Bahia (-5,3%) e Mato Grosso (-5,2%) também registraram taxas negativas mais acentuadas do que a média nacional (-4,5%), enquanto Santa Catarina (-4,4%), Minas Gerais (-3,2%), Região Nordeste (-3,0%), Paraná (-2,6%) e Pará (-0,1%) completaram o conjunto de locais com queda na produção no índice acumulado no ano. Por outro lado, Pernambuco (3,7%), Rio de Janeiro (0,2%) e Goiás (0,1%) tiveram crescimento na produção nessa comparação.

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