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Organizações denunciam abusos de imigrantes em centro de detenção na Geórgia

Organizações de direitos civis atacaram mais uma vez um centro do Departamento de Imigração e Alfândega (ICE, sigla em inglês) na Geórgia por supostos abusos contra detentos e instaram o governo federal a investigar.

Esta é uma nova queixa apresentada pela Georgia Latino Alliance for Human Rights (GLAHR), Southern Poverty Law Center, Project South, Innovation Law Lab e Malaya Movement USA contra o Folkston ICE Processing Center (FIPC), no sul do estado.

As organizações pedem uma investigação sobre o “uso excessivo da força, tratamento desumano e violações dos direitos” dos detidos.

A queixa foi apresentada duas semanas depois de vários dos mesmos grupos apresentarem reclamação semelhante contra o Stewart Immigration Detention Center, também na Geórgia.

Nessa denúncia, alegam que várias mulheres sofreram assédio sexual enquanto estavam presas.

De acordo com a reclamação, quatro imigrantes mencionam especificamente uma enfermeira contratada pela CoreCivic, a empresa privada que opera a prisão do ICE que fica no condado de Lumpkin. Esta é considerada a maior prisão de imigração dos Estados Unidos.

As entidades também alegam que os imigrantes sofreram abusos cometidos por guardas do GEO Group, empresa contratada pelo ICE para operar o FIPC.

“Pedimos ao governo que faça seu trabalho e investigue essas denúncias de abuso e desumanização”, dosse Adelina Nichols, diretora executiva da GLAHR.

Abuso muito grave

Os detidos nesta instalação “enfrentam abusos muito graves que colocam em risco não apenas seus casos legais, mas também suas vidas e bem-estar de várias maneiras”. Esta afirmação foi feita por Allison Crennen-Dunlap, advogada do Innovation Law Lab. “Pedimos ao governo que investigue essas violações e garanta que os imigrantes afetados tenham acesso aos seus direitos”, acrescentou.

Crennen-Dunlap disse que isso significa que eles devem ser libertados e não “enfrentar nenhum tipo de ameaça ou retaliação como sofreram nas mãos do pessoal da GEO dentro desta instalação do ICE”.

De acordo com relatos de detentos, funcionários da GEO cometeram vários tipos de abuso, como “agressão não provocada” contra um imigrante. O ataque resultou em uma lesão na mandíbula e o uso de confinamento em solitária, como retaliação, por 54 dias consecutivos. Além de negar atendimento médico aos presos. Brazilian Times

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