Com o projeto “Arte que fala, palavra que encanta”, escola levou a realidade da sala de aula para o debate acadêmico ao lado de educadores do Brasil e do exterior.
MARILAC – A educação pública do município de Marilac ultrapassou os muros da escola e chegou ao ambiente universitário. Entre os dias 28 e 30 de setembro, a Escola Municipal Luzia de Oliveira Santos foi um dos destaques do I Congresso Internacional da Rede Emíli@ e XXIV Simpósio do ICH, sediado na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas).
A escola foi representada pela diretora, Silvania, e pela professora de Leitura, Liliana. As educadoras apresentaram aos participantes do evento os resultados do projeto “Arte que fala, palavra que encanta”, uma iniciativa construída no cotidiano da rede municipal que utiliza a arte, a linguagem e a criatividade como ferramentas para o desenvolvimento e aprendizado das crianças.
Conexão global e diversidade
A participação da escola de Marilac proporcionou uma rica troca de experiências com educadores de países como Portugal, Colômbia, Argentina e Espanha. O painel também integrou realidades variadas do próprio Brasil, promovendo debates com representantes de escolas ribeirinhas do Amazonas e de áreas periféricas do Rio de Janeiro.
O encontro reafirmou que, apesar das diferenças territoriais, o direito de estar na escola, conviver e aprender com dignidade é uma pauta universal.



Escola como produtora de conhecimento
Mais do que exibir uma prática pedagógica de sucesso, a ida das educadoras ao congresso quebrou o paradigma de que as escolas são apenas “aplicadoras” de teorias.
O projeto evidenciou que professores e alunos são produtores ativos de ciência e experiências que devem, obrigatoriamente, ocupar os espaços acadêmicos. O trabalho em Marilac mostrou o protagonismo docente em ação: profissionais que observam desafios, planejam e reavaliam métodos para garantir que cada aluno se desenvolva plenamente.







