GOVERNADOR VALADARES – Um homem foi preso pela Polícia Militar na noite de quarta-feira (9), no bairro Vila Ozanan, em Governador Valadares, após invadir a casa da ex-companheira, levar a filha de 2 anos e ameaçar matar a mulher e a irmã dela. Segundo a PM, ele também danificou a porta do imóvel e enviou mensagens ameaçadoras à ex-companheira.
De acordo com a ocorrência, a mulher procurou uma base comunitária da PM e contou que o ex-companheiro invadiu o apartamento, danificou objetos e deixou o local levando a filha do casal, que estava apenas de fralda. Durante a invasão, conforme o relato, o homem também empurrou a irmã da vítima.
Após sair com a criança, o suspeito passou a enviar mensagens para a ex-companheira. Segundo a mulher, ele afirmou que havia conseguido uma arma de fogo e ameaçou matá-la e também a irmã dela.
Enquanto os militares realizavam as buscas, o homem continuou enviando mensagens. A equipe também recebeu a informação de que ele já havia sido preso anteriormente por violência doméstica contra a mesma mulher.
Os policiais localizaram o suspeito em um bar no bairro São Cristóvão. Conforme o registro, ele consumia bebida alcoólica enquanto a filha de 2 anos permanecia ao lado dele.
Durante a abordagem, os militares encontraram duas facas. Segundo a PM, uma delas teria sido usada para danificar a porta da residência, enquanto a outra estava com o suspeito. O celular utilizado para enviar as ameaças também foi apreendido.
A polícia prendeu o homem em flagrante por ameaça, dano, invasão de domicílio, subtração de menor e perseguição. Ele recebeu atendimento médico e, posteriormente, foi encaminhado à Delegacia da Polícia Civil.
A vítima também recebeu atendimento médico, enquanto a criança ficou sob os cuidados de um familiar da mãe. À polícia, a mulher afirmou temer pela própria segurança e pela vida da filha. Segundo ela, o relacionamento terminou há mais de um ano, mas o ex-companheiro continuava a persegui-la e ameaçá-la.
O caso foi registrado no contexto de violência doméstica e será investigado pela Polícia Civil, conforme as medidas previstas na Lei Maria da Penha.















