“Ficou caracterizada a ideologização da atividade”

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FOTO:Divulgação

Porta-voz Otávio Rêgo Barros explica por que a viagem de Bolsonaro aos EUA foi cancelada

 

Maia disputará o Planalto ‘para ganhar ou perder’

Com o protagonismo político em que se inseriu desde que assumiu a presidência da Câmara, o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) se vê na circunstância de encarar a candidatura à sucessão de Jair Bolsonaro (PSL), em 2022. “Serei candidato para ganhar ou para perder”, diz ele, para usar expressão que no esporte pode ser traduzida por “tudo ou nada”. Ele tem uma certeza: não será candidato de novo a deputado.

Novo sistema

Outra opção de Maia seria a mudança do sistema de governo para um “presidencial-parlamentarista”, como esta coluna já revelou.

Sem plebiscito

Para ele, para aprovar o novo sistema, não seria necessário plebiscito: o presidente da República manteria algumas atribuições governativas.

Governa o líder

O objetivo de Rodrigo Maia, no novo regime, seria o cargo de primeiro-ministro. Mas aí ele terá de ser o líder do partido vencedor da eleição.

‘Plano C’ definido

Maia não quer ser prefeito do Rio e nem disputar a sucessão de Wilson Witzel (PSL). Se não der o Planalto, prefere disputar vaga no Senado.

TCU manda investigar imóveis milionários da CNC

O ministro Bruno Dantas, do Tribunal de Contas da União (TCU), determinou investigação de uso irregular de recursos da Confederação Nacional do Comércio (CNC) para a compra de dois imóveis de luxo no Rio de Janeiro, ao custo de R$ 24,4 milhões, para hospedar o presidente da entidade, José Roberto Tadros, e outros três diretores. É necessária, alega Bruno Dantas, em razão da gravidade dos fatos.

Dedo na ferida

A decisão foi tomada após a CNC acusar o procurador Júlio Marcelo de Oliveira de “atuação criminosa”. Isso provocou mal-estar no TCU.

Eles são afinados

Bruno Dantas é o ministro mais afinado com Júlio Marcelo, que foi seu colega do concurso de consultor legislativo do Senado, em 2002.

Eleição suspeita

As irregularidades apontadas no relatório levaram Júlio Marcelo a pedir a suspensão da eleição que levou José Tadros à presidência da CNC.

Nos tempos do Cunha

Enquanto fazia suas estripulias nos cofres públicos, o então presidente da Câmara Eduardo Cunha cortava até R$ 10 mil do salário de deputados faltosos. Economizava de um lado, estraçalhava do outro.

Dando cara à tapa

O ministro Sérgio Moro (Justiça) vai quarta (8) à Câmara, na Comissão de Segurança, discutir o pacote anticrime. Coisa de Marcelo Freixo (RJ). PT e PSOL tentarão se vingar do ex-juiz que meteu Lula na cadeia.

Pleno emprego de verdade

Donald Trump voltou a ser favorito, na reeleição: com a menor taxa de desemprego desde 1969, há mais vagas que pessoas em busca de empregos nos EUA. É o pleno emprego real, não a lorota do PT.

Nós pagamos a diferença

Houve aumento de 14% nos preços médios de passagens aéreas para as rotas nacionais operadas pela Avianca, após os cancelamentos de voos da companhia, que está quebrada. O estudo é do site Kayak.

Indústria comemora

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) comemora a aceitação de propostas apresentadas ao governo e a parlamentares. De acordo com a CNI, em 100 dias de governo, 70% das ideias estão encaminhadas.

Curso para político

A seleção do grupo RenovaBR para quem quer virar político tem 24 mil inscritos, de um terço de cidades do Brasil. Além de curso, haverá prova de “atualidades, posicionamento político e raciocínio lógico”.

Quem explica?

A produção de petróleo no Brasil cresceu 2,8% entre fevereiro e março, diz a “agência reguladora” ANP. No mesmo período, o preço médio da gasolina no Brasil aumentou de R$ 4,17 para R$ 4,28.

E a gente pagando

Três senadores gastaram mais de R$ 30 mil em 2019 com “divulgação da atividade parlamentar”: Mailza Gomes (PP-AC), R$ 51,4 mil; Zenaide Maia (Pros-RN), R$42 mil; e Vital do Rêgo (PSB-PB), R$ 35,9 mil.

Pergunta no PSOL

Após revelar ter sido ameaçada de morte, a ministra Damares Alves (Direitos Humanos) terá o direito de se mudar para a Alemanha?