“Câmara e Senado terão uma agenda muito racional”

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FOTO: Divulgação

Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, anuncia agenda pela reestruturação do Estado

 

Área técnica do BNDES impediu auditoria de ONGs

O ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente) foi obrigado a recorrer à Controladoria Geral da União (CGU) para ter acesso aos contratos milionários de ONGs ambientalistas para verificar sua regularidade. Os primeiros 103 contratos auditados mostraram por que as ONGs fogem de fiscalização como o diabo da cruz: o financiamento de projetos acaba no bolso dos “ongueiros”, por meio de salários e “consultorias”.

Novos milionários

ONGs receberam R$ 25 milhões para “projetos ambientais” e gastaram R$ 14 milhões com “atividade meio”: os bolsos espertos nas ONGs.

É só embromation

ONGs espertas usaram mais da metade dos financiamento em gastos, sem comprovação, em “mobilização” ou “sensibilização”.

Apropriação indébita

Acabaram nas contas bancárias das ONGs cerca de R$800 milhões de um total de R$ 1,5 bilhão doados ao Brasil através do Fundo Amazônia.

Como começou

O Fundo Amazônia foi criado com doações ao Brasil da Noruega (US$ 1 bilhão), Alemanha (US$ 100 milhões) e Petrobras (R$ 10 milhões).

Reajustes da Petrobras desestabilizam o governo

Assessores próximos do presidente Jair Bolsonaro já se convenceram de que, mais que qualquer “tsunami” político, nada ameaça mais a estabilidade do governo que a política criminosa adotada em julho de 2017 pela Petrobras, com seus reajustes diários. O Planalto monitora, preocupado, sinais de uma possível nova greve dos caminhoneiros, como em maio de 2018. A estatal posa de empresa privada, finge que não se beneficia do monopólio e ainda alega “cotação internacional”.

Dolarizaram o consumo

A Petrobras obriga os brasileiros, que são remunerados em reais, a pagar em dólares o litro do combustível que compram no posto.

Cláusula pétrea

Acionistas privados, incluindo influentes comentaristas econômicos, ajudam a tornar a política de preços da Petrobras “cláusula pétrea”.

Assim, até minha avó

A política criminosa garante à Petrobras o lucro médio de R$ 2 bilhões por mês há 15 meses. Assim, qualquer um “recupera” a estatal.

Reação tranquila

A reação do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) à notícia da denúncia do Ministério Público impressionou os assessores: “Acabou a espera. Qual é o próximo passo?”. E passou a planejar a semana.

Consenso

Apoiado pelo senador Tasso Jereissati (CE), um grupo de tucanos é contra mudança de nome do PSDB. Mas todos defendem a expulsão dos envolvidos em corrupção: Aécio Neves, Beto Richa e Bruno Araújo.

Propina pelos ares

Condenado em segunda instância e a caminho da prisão, o ex-ministro José Dirceu inaugurou o cartão fidelidade da propina. Em vez de grana, recebeu em forma de voos em jatinhos de luxo. Foram 118, diz o MPF.

Cerco aos corruptos

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, prometeu a Alex Manente (Cidadania-SP) que instalará a comissão especial para analisar a PEC que garante a prisão de condenados em segunda instância. Anrã.

Prestígio

Cotado para o Ministério das Cidades, Alexandre Baldy tem o desempenho na Secretaria de Transportes Metropolitano muito elogiado pelo governador de São Paulo, João Doria.

Restrição ao fumo

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado discute projeto que aumenta as restrições à propaganda, à venda e ao consumo de cigarros. A ideia é conscientizar sobre o câncer causado por tabaco.

Boa iniciativa

O governo do DF lançou o “Adote uma Praça”, que promove parcerias entre empresários e moradores na recuperação e manutenção de locais como praças, jardins, estacionamentos, balões, parques etc.

No primeiro ano

O senador Zequinha Marinho (PSC-PA) foi designado relator da receita do Orçamento 2020. É o primeiro ano de mandato do paraense no Senado. Sua preocupação é a retomada do crescimento.

Pensando bem…

…vontade de reformar todo mundo tem, só não há acordo sobre quem manda na reforma.