“Vão quebrar a cara. Podem procurar outro alvo, esse já era”

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FOTO: Divulgação

Presidente Jair Bolsonaro sobre a ‘tempestade’ contra o ministro Sérgio Moro

Dilma e Gleisi foram à Rússia e não contaram

Procuradas dias atrás, a ex-presidente Dilma e Gleisi Hoffmann, presidente do PT, não deram sinal de vida. É que estavam bem longe, em Moscou, enquanto circulavam informações não confirmadas de suposto conluio petista com os russos para roubar as mensagens do ex-juiz Sérgio Moro no Telegram. Não contavam com a indiscrição do Partido Comunista russo, que divulgou foto de reunião com as duas.

Cabeça nos anos 1960

Na foto do PC russo, Dilma e Gleisi exibem as melhores expressões de crentes comunistas dos anos 1960 em busca de “socorro socialista”.

Mantendo o ‘segredo’

Indagada, a assessoria do PT não explica quais os motivos da viagem de Gleisi e Dilma e nem mesmo compartilha a agenda da dupla.

Sem explicações a dar

Com a arrogância de sempre, a deputada Gleisi, ré na Lava Jato por corrupção, também não explicou sua viagem com Dilma a Moscou.

Excursão por conta

Além de Gleisi e Dilma, o PT também enviou o secretário-geral do partido e sua “secretária de relações exteriores”.

UnB dá calote de R$ 200 milhões na conta de luz

Além de despencar em todos os rankings nacionais e internacionais que avaliam a qualidade e a relevância acadêmica, a Universidade de Brasília (UnB) está aplicando um calote que fragiliza dramaticamente a empresa pública Cia. Energética de Brasília (CEB), no valor de mais de R$ 200 milhões. O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, tenta negociar com a UnB e com o Ministério da Educação, que a sustenta.

Concessão sob risco

O calote da UnB corresponde à quantia que a CEB necessita para não correr o risco de perder a concessão de distribuição de energia no DF.

Descontingencia aí, MEC

Uma das opções do governo do DF é o descontingenciamento do valor do calote para que a estatal de energia CEB receba o que lhe é devido.

Queda vertiginosa

Segundo o ranking QS, a Universidade de Brasília caiu 140 posições na lista de mil universidades, entre os levantamentos 2019 e 2020.

Lobby bilionário

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, continua sem explicar por que não agiu contra o lobby de servidores que, segundo o ministro Paulo Guedes, vai tungar R$ 30 bilhões do País, na reforma da Previdência.

Mais do mesmo na ANS

A agência reguladora ANS, aquela que parece proteger os planos de saúde contra a clientela, não torna obrigatório o Teste de Sobrecarga Hídrica (TSH), indispensável no diagnóstico preciso do glaucoma. Os aliados das empresas na ANS obrigam os clientes a bancar o TSH.

Jogo de cena

O fujão Jean Wyllys disse que vai processar o apresentador Ratinho, mas sem sair do exílio dourado onde conta mentiras à vontade sobre o Brasil e as “ameaças” que diz ter recebido.

Reclamando de barriga cheia

Entidades de auditores estão entre as que bancam a publicidade contra a reforma da Previdência. Na Secretaria de Fazenda do DF, o salário inicial é de R$ 14 mil. Na Bahia, R$ 19 mil, diz o GranCursos.

A eleição disruptiva

Juliano Corbellini e Maurício Moura lançam o livro “A eleição disruptiva – Por que Bolsonaro venceu”, no dia 25, em Porto Alegre (Livraria Cultura do Bourbon), e no dia 27 em São Paulo (Livraria da Vila).

Velhas táticas

As táticas do PT no impeachment saíram do armário, no depoimento de Sérgio Moro no Senado: sem capacidade de verbalizá-las, senadores leram perguntas escritas por outros. Além de despreparo, muito teatro.

Mentiras a granel

A “assessoria de jornalistas da Globo” é uma das mentiras criadas contra Sérgio Moro. Jornalistas de vários veículos prestam serviços de “mídia training”, algo como treinar pessoas a lidar com a imprensa, mas por acaso o ministro da Justiça não recorreu a esse tipo de suporte.

Conluio incompetente

Paulo Rocha (PT-PA) insinuou que Moro, juiz auxiliar no Mensalão, participou de conluio para condená-lo. O ex-juiz não segurou a ironia: “Não entendi. Havia conluio para condená-lo e o sr. foi absolvido?”

Pensando bem…

…ao contrário da Seleção de Tite, o ministro Sérgio Moro fez até gol de placa no Senado.