BRASÍLIA – Cumprindo uma série de compromissos em Brasília, no Distrito Federal, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, se reuniu na tarde dessa quarta-feira (12) com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e com governadores de outros estados para tratar da segurança pública no país.
O encontro contou com a participação dos governadores Ronaldo Caiado (GO), Jorginho Mello (SC), Cláudio Castro (RJ) e da vice-governadora Celina Leão (DF). Entre os temas discutidos, destacou-se o PL Antifacção, em tramitação na Câmara dos Deputados, que propõe o endurecimento das penas e o fortalecimento dos mecanismos de combate ao poder econômico das facções criminosas no Brasil.
Romeu Zema ressaltou que o combate ao crime organizado deve ser prioridade nacional e citou medidas implementadas em Minas Gerais que contribuíram para tornar o estado um dos mais seguros do país.
“O crime organizado em Minas Gerais não domina território. A nossa Polícia Militar entra em qualquer lugar, em qualquer horário, e é respeitada. Hoje, nós estamos vivendo um momento importante e único no Brasil. Temos a oportunidade de mudar leis que podem fazer o país evoluir muito”, destacou.
Desde 2019, os investimentos em segurança em Minas Gerais aumentaram 60%, permitindo o reforço do efetivo, a melhoria das unidades das Forças de Segurança e a aquisição de armamentos, equipamentos e veículos. Também foram inaugurados novos postos policiais, criados programas de atendimento à população e oferecidas capacitações profissionais aos servidores.
Minas Gerais também se destaca pela redução da criminalidade violenta nos últimos anos, registrando queda de 54% nos crimes violentos, mais de 65% nos roubos consumados e tentados, e redução superior a 50% no número de veículos roubados em 2024.
Além disso, conforme apresentado no 1º Diagnóstico da Segurança Pública de Minas Gerais, divulgado no Congresso em setembro, a comparação entre janeiro e agosto de 2025 e o mesmo período do ano passado mostra queda na maioria dos crimes violentos. Os homicídios caíram 9,92%, os roubos 25,71%, os sequestros e cárceres privados 6,25% e os estupros 9,39%.














