Motorista que atropelou Adail Cunha de Magalhães presta depoimento na Delegacia de GV

A Polícia Civil informou que as investigações vão continuar

Suspeito se apresentou à polícia quatros dia depois do acidente ocorrido na rua Omar Magalhães, no centro de Valadares

O homem que atropelou e matou Adail Cunha de Magalhães, de 59 anos, apresentou-se no início da tarde desta quinta-feira (6) na Delegacia Regional de Governador Valadares para prestar depoimento. Ele estava acompanhado de seus advogados. Em nota à imprensa, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informou que o suspeito tem 51 anos e reside em outra cidade.

Em seu depoimento na Delegacia, o homem disse que se distraiu ao mexer no celular enquanto estava dirigindo e afirmou que sentiu o impacto da batida, mas não percebeu que havia atingido uma pessoa, por isso deixou o local do acidente. Segundo ele, a via pública também estava mal iluminada. Uma hora e meia após se apresentar na Delegacia, o suspeito saiu sem falar com a imprensa. A PC informou que as investigações vão continuar.

O acidente

O trágico acidente que chocou a população valadarense foi registrado na noite do último domingo, 2, na rua Omar Magalhães. Adail estava caminhando em direção à sua residência, quando apareceu um veículo em alta velocidade e o atropelou de forma violenta. Adail foi lançado na calçada, batendo a cabeça entre a parede e o piso, sofrendo uma forte pancada na cabeça. Ele chegou a ser socorrido e levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Imagens de câmeras de segurança mostram que o motorista fugiu sem prestar socorro à vitima.

Adail era funcionário do SAAE e irmão do líder religioso Adaílson Cunha de Magalhães.

Leia a nota da Polícia Civil na íntegra

“Sobre o acidente de trânsito que vitimou um homem de 59 anos, domingo (2/1), em Governador Valadares, na região do Rio Doce, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informa que o suspeito, de 51, que reside em outro município, apresentou-se na Delegacia de Polícia Civil em Governador Valadares, acompanhado de advogado. Em seu depoimento, o homem disse que se distraiu ao mexer no celular enquanto estava dirigindo e afirmou que sentiu o impacto da batida, mas não percebeu que havia atingido uma pessoa, por isso deixou o local do acidente. Segundo ele, a via pública também estaria mal iluminada.

A PCMG esclarece, ainda, que as investigações continuarão, com a finalidade de ouvir todas as testemunhas acerca do caso. O veículo será devidamente periciado, assim como haverá análise minuciosa de todas as imagens coletadas pelas câmeras de segurança.

A Polícia Civil salienta que, conforme legislação vigente, não foi imposta a prisão em flagrante do suspeito, o qual foi ouvido e liberado pela autoridade policial responsável pela investigação”, informou a PCMG.

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