CONSELHEIRO PENA – Estão abertas, até o dia 10 de abril, as inscrições para a terceira edição do Terra Jovens, programa de educação ambiental promovido pelo Instituto Terra. A iniciativa gratuita é voltada para pessoas com idade entre 16 e 29 anos que vivem na bacia do Rio Doce, especialmente nos municípios de Aimorés, Itueta, Resplendor, Baixo Guandu e Conselheiro Pena, e que tenham interesse em compreender e debater os desafios socioambientais da região, do Brasil e do mundo.
Ao todo, serão disponibilizadas 45 vagas para participação em 12 oficinas, que acontecerão aos sábados. A programação inclui ainda uma conferência de abertura e uma mostra de vídeos produzidos pelos próprios participantes ao longo do curso. Assim como nas edições anteriores, os encontros serão organizados em dois blocos temáticos: “Terra, Cultura e Consciência” e “Como Contar sua História em Vídeos”. No primeiro módulo, os jovens terão contato com temas como território, cidadania, agroflorestas, juventude e participação comunitária, cultura e identidade, economia criativa e desinformação. Já no segundo bloco, os participantes irão explorar o universo da produção audiovisual, com foco em vídeos, podcasts e narrativas visuais produzidas com o uso do celular como ferramenta de criação e expressão.
Desde a criação do programa, o Terra Jovens já impactou 89 participantes, estimulando iniciativas comunitárias, produções audiovisuais e projetos voltados à transformação socioambiental na região da bacia do Rio Doce. As inscrições devem ser realizadas por meio do site do Instituto Terra.
De acordo com o coordenador do programa, Ozie Gheirart, a proposta surge em um contexto de mudanças globais que exigem maior engajamento das novas gerações. “Vivemos um momento de intensas transformações sociais, climáticas e geopolíticas, que impactam diretamente os territórios e as comunidades. O Terra Jovens surge como um espaço de formação crítica e ação prática, para que os jovens não fiquem alheios ao que acontece ao seu redor, mas se reconheçam como protagonistas da própria realidade e agentes de mudança na bacia do Rio Doce”, destaca.







