A Penitenciária de Ponte Nova, na Zona da Mata, finalizou a inclusão da coleta de amostras do Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG). A unidade foi escolhida pelo Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen-MG) e da Polícia Civil de Minas Gerais e faz parte da ampliação dos dados de material genético dos presos condenados por crimes graves e hediondos.
A Penitenciária de Ponte Nova contou com a atuação de 78 policiais penais e 34 servidores técnicos/administrativos para a realização da coleta.
Os servidores da unidade auxiliaram nos trâmites administrativos para otimizar os processos necessários à condução dos presos das celas para os locais de coleta e na segurança de unidade de forma geral.
A coleta é feita de forma compulsória, por imposição legal, aprovada em 2012, e a recusa por parte do preso implica em falta grave. A lei determina que é obrigatória a identificação do perfil genético de condenados por crimes graves e hediondos, ou em casos que sejam determinados pelo juiz.
Banco Nacional de Perfis Genéticos em Minas Gerais
Minas já supera a meta proposta pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, e ultrapassa as 10 mil coletas em 50 unidades prisionais.
No estado, este ano, já foram coletados materiais de 13.043 presos, em outras 49 unidades prisionais do estado. O objetivo é enviar informações para o BNPG, para que seja feita a comparação do DNA de presos com os vestígios genéticos — como fios de cabelo, sangue e outros materiais biológicos — encontrados em cenas de crime, visando à prova material, que contribui para a efetividade da apuração. Informações: Agência Minas











