Mesmo com greve de tanqueiros iniciada ontem, abastecimento em postos de combustíveis em Valadares segue normalmente

Greve continua nesta sexta, mas ainda não há registros de desabastecimento na cidade

Governador Valadares ainda não teve impacto no abastecimento em postos de gasolina, apesar da greve dos caminhoneiros que transportam combustíveis iniciada ontem (25) e que tem continuidade hoje (26). O movimento dos “tanqueiros” acontece por causa do aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cobrado no litro dos combustíveis no Estado, que entrará em vigor a partir do dia 1º de março.

O Diário do Rio Doce consultou alguns postos de gasolina e distribuidoras de combustível na cidade sobre o impacto da greve, mas todos os representantes disseram que não há desabastecimento neste momento.

Leandro Peres é o supervisor de uma distribuidora de combustível em Valadares. Ele explica que os caminhões estão chegando normalmente e que o abastecimento a postos da cidade e região está acontecendo como de costume. “Por enquanto está tranquilo, sem paralisação em Valadares. Soubemos da situação lá em Betim, mas aqui estamos operando normalmente e o abastecimento segue da mesma forma”, disse.

Distribuidora de combustível está operando normalmente (Google Street View)

Rubens Perim é sócio-proprietário de um posto de gasolina no bairro São Pedro. Apesar de revelar que por agora não tem problema no abastecimento, ele admite que está receoso com a situação. “Por enquanto não tivemos problemas de desabastecimento aqui, mas o receio de faltar combustível existe sim. Se continuar essa greve dos tanqueiros, certamente seremos impactados”.

Por meio de nota oficial postada em seu site oficial, o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Minas Gerais (Minaspetro) informou que postos de combustível da região metropolitana de Belo Horizonte e de cidades que realizam o carregamento nas bases próximas à Refinaria Gabriel Passos, em Betim, foram impactados com a greve e ressaltou que se o movimento continuar, haverá desabastecimento em todo o Estado, mas sem precisar a data, pois não faz pesquisas com os revendedores dos postos e também porque o estoque varia de posto para posto.

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