Hospital aciona Polícia Militar após indícios de maus-tratos a criança

Hospital aciona Polícia Militar após indícios de maus-tratos a criança
FOTO: Fred Seixas

GOVERNADOR VALADARES – Uma suspeita de agressão contra uma criança foi registrada pela Polícia Militar na noite dessa quinta-feira (26), em Governador Valadares. O caso veio à tona após a equipe médica do Hospital Municipal acionar os militares diante de indícios de possíveis maus-tratos identificados durante o atendimento na ala pediátrica.

Segundo a ocorrência, policiais da equipe de Rádio Patrulha da 44ª Companhia compareceram à unidade hospitalar após a enfermeira-chefe relatar preocupação com o estado de saúde da criança, que havia dado entrada pela manhã com fratura no fêmur. De acordo com a profissional, desde o primeiro atendimento havia indícios de que a lesão poderia não ter sido acidental.

Ainda conforme a enfermeira, a criança apresentava outros sinais pelo corpo, como hematomas no rosto, marcas no peito, no pescoço e nas costas, além de lesões na boca e nos dentes.

A mãe informou aos militares que o filho teria caído ao correr em direção ao banheiro, escorregando em um tapete. Ela relatou também que a criança é ativa e costuma se machucar durante brincadeiras. Segundo a versão apresentada, ao perceber a gravidade da situação, levou o menino ao Hospital Municipal de Governador Valadares, onde ele recebeu atendimento médico.

O médico responsável informou que realizaria uma avaliação detalhada para apurar a origem das lesões, com os devidos registros em prontuário. Conforme consta em registros anteriores, já houve denúncias relacionadas a possíveis maus-tratos envolvendo a mesma criança, mas, nas ocasiões passadas, nada foi constatado no local.

Diante da suspeita levantada pela equipe de saúde, a mãe foi conduzida para atendimento médico de praxe e, posteriormente, encaminhada à Delegacia de Polícia Civil para as providências cabíveis. A criança permaneceu hospitalizada, sob os cuidados da equipe médica e da assistência social, com acompanhamento do Conselho Tutelar.

O caso segue sob investigação.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

[the_ad_placement id="home-abaixo-da-linha-2"]

LEIA TAMBÉM