
GOVERNADOR VALADARES – O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce realizará, nesta quinta-feira (16), a solenidade de posse dos novos conselheiros que irão compor o mandato 2026/2030. O evento será realizado presencialmente no Auditório B do Campus 2 da Universidade Vale do Rio Doce, em Governador Valadares.
Durante a cerimônia, também ocorrerá a eleição da nova diretoria executiva do colegiado, que ficará responsável por conduzir os trabalhos do comitê no biênio 2026/2028. Os novos membros empossados representam diferentes segmentos, incluindo o poder público federal, estadual e municipal, além da sociedade civil organizada e dos usuários de recursos hídricos. Após a posse, os conselheiros estarão legalmente habilitados para atuar na gestão participativa das águas, discutindo a situação dos mananciais, os desafios ambientais na bacia do Rio Doce e seus afluentes, além de definir prioridades para aplicação de recursos e mediar conflitos relacionados ao uso da água.

A solenidade também marcará a escolha da nova diretoria executiva do CBH Doce para o período de 2026 a 2028. Apenas uma chapa foi inscrita no processo eleitoral, intitulada “Eficiência e integração na gestão das águas”, presidida pelo coordenador do curso de Engenharia da Univale, Hernani Santana.
Além do presidente, a diretoria dos comitês de bacia é composta por vice-presidente, primeiro secretário e segundo-secretário. Ainda na mesma data, serão definidas as Câmaras Técnicas e os Grupos de Trabalho que dão suporte às atividades do colegiado.

Atuação do Comitê
Criado em 2002, o CBH Doce é um órgão colegiado com funções normativas, deliberativas e consultivas no âmbito da bacia hidrográfica, sendo vinculado ao Conselho Nacional de Recursos Hídricos. O comitê realiza articulações entre diferentes setores da sociedade, promovendo ações voltadas à preservação e recuperação do Rio Doce. Entre os avanços alcançados ao longo de mais de duas décadas de atuação, destacam-se a revisão do Plano Integrado de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Doce (PIRH-Doce) e a implementação da cobrança pelo uso da água, medida que permite o financiamento de projetos voltados à recuperação ambiental da bacia.







