BELO HORIZONTE – A tradição de manter a decoração de Natal até o Dia de Reis, celebrado nesta terça-feira (6), marca oficialmente o encerramento do ciclo natalino. Com a proximidade da data, a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) reforça uma série de orientações para que a retirada dos enfeites seja feita com segurança, evitando acidentes domésticos e choques elétricos.
De acordo com o gerente de Saúde e Segurança Corporativa da Cemig, José Firmo do Carmo Júnior, o primeiro passo antes de iniciar a desmontagem das luzes e demais adornos elétricos é desligar o circuito no disjuntor correspondente à tomada onde os equipamentos estão conectados. A medida, segundo ele, é simples, mas essencial para eliminar riscos durante o manuseio dos materiais. “Essa medida simples evita choques elétricos durante todo o processo de desmontagem. Antes de começar, é fundamental retirar os enfeites da tomada, eliminando qualquer risco de contato acidental com a energia elétrica”, orienta.
O gerente também chama a atenção para os cuidados redobrados na retirada de decorações instaladas em áreas externas, como fachadas, telhados e varandas. Além do trabalho em altura, esses locais podem apresentar proximidade com a rede elétrica, o que aumenta significativamente o risco de acidentes. “Nesse tipo de situação, é essencial utilizar equipamentos de segurança adequados e manter distância segura da fiação. A simples aproximação de cabos de média tensão pode gerar um arco elétrico e causar acidentes graves, incluindo quedas”, alerta José Firmo.
Outro ponto destacado pela Cemig é a influência das condições climáticas típicas do início do ano. As tempestades de verão tornam ainda mais perigosa a desmontagem de enfeites instalados do lado externo das residências. Por isso, a recomendação é que o serviço seja realizado apenas em dias de tempo firme, com o ambiente completamente seco. “Água e eletricidade não combinam. Evitar a desmontagem com o piso molhado é fundamental, não apenas para prevenir choques elétricos, mas também para reduzir o risco de escorregões e quedas durante o trabalho em altura”, explica o gerente.







