Na ocasião, a Assistência Social de Ladainha apresentou as instalações do imóvel onde crianças e adolescentes são acolhidos
A Secretaria de Assistência Social de Ataleia, coordenada pela secretária Edlene Tavares, fez uma visita técnica a uma casa de acolhimento para conhecer o programa “Família Acolhedora” de Ladainha. O objetivo da equipe foi conhecer de perto a rotina da casa de acolhimento e o programa. Então, na ocasião, a secretária da Assistência Social de Ladainha, Luana Aparecida Esteves, apresentou as instalações do imóvel.
Contudo a secretária ressaltou que, em alguns casos, é necessário que a criança ou adolescente seja acolhido na instituição em razão do baixo número de famílias cadastradas no programa.
Programa Família Acolhedora
O programa Família Acolhedora é destinado ao acolhimento institucional de crianças e adolescentes afastados de suas famílias por ordem judicial e em situação de risco. De acordo com Edlene Tavares, para participar, é necessário que os interessados procurem a Secretaria Municipal de Assistência Social de seu município.
Desse modo, o programa cadastra e capacita famílias da comunidade para receberem, em suas casas, por um tempo determinado, crianças, adolescentes ou grupos de irmãos em situação de vulnerabilidade. Assim sendo, a família acolhedora se encarrega de cuidar do acolhido com “amparo, aceitação, amor e a possibilidade de convivência familiar e comunitária”.
Acolhimento provisório
Por fim, a secretária de Assistência Social de Ladainha ressalta que cada família acolhedora deve amparar uma criança por vez, exceto na condição de irmãos. Entretanto a colaboração desta família não é uma adoção definitiva:
“Receber uma pessoa em acolhimento provisório não significa integrá-lo como filho. A família de apoio assume o papel de parceira no atendimento e na preparação para o retorno à família biológica ou substituta. Toda a família acolhedora recebe, por seis meses, período determinado de uma adoção provisória, uma ajuda de custo de um salário mínimo”, esclarece a secretaria.
Além disso, de acordo com o programa, a maioria das crianças e adolescentes retornam a seus lares após o período de acolhimento.















