Pastor acusado de promover casamentos falsos em troca de cidadania está foragido

Uma paralegal de Los Angeles, na Califórnia, concordou em se declarar culpado por ajudar uma igreja que tem sede nas Filipinas a cometer fraude de imigração ao estabelecer casamentos falsos. De acordo com os promotores, Maria De Leon, de 73 anos, pode ser condenada a até cinco anos de prisão federal.

As vítimas da fraude foram forçadas a solicitar doações nos Estados Unidos para financiar o estilo de vida luxuoso dos líderes da igreja chamada Kingdom of Jesus Christ.

Como parte de um acordo judicial, De Leon concordou em cooperar no caso do governo federal contra os administradores da igreja, incluindo seu fundador, Apollo Carreon Quiboloy.

Em novembro passado, um grande júri federal indiciou Quiboloy sob a acusação de fazer sexo com mulheres e meninas menores de idade, sob “ameaças e condenação eterna”.

Quiboloy e três outros administradores da igreja estão foragidos e acredita-se que ainda estejam nas Filipinas, de acordo com promotores federais. Quiboloy foi colocado na lista de mais procurados do FBI no início deste ano.

De acordo com seu acordo de confissão, De Leon apresentou documentos fraudulentos em pelo menos 10 instâncias separadas entre 2013 e 2020 em nome dos membros da igreja, relacionados a casamentos falsos com outros fiéis que já tinha cidadania dos EUA. Brazilian Times

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