Ele é gerente de uma das três empresas que foram fiscalizadas pelos agentes da imigração em 2019 e que resultou na prisão de 680 imigrantes ilegais
Um homem que trabalhava como prestador de serviços para funcionários em uma fábrica de processamento de aves no Mississippi admitiu a culpa, na segunda-feira (14), da acusação federal ligada a uma das maiores batidas de imigração em um local de trabalho nos Estados Unidos na última década.
Salvador Delgado-Nieves, 58, de Pelahatchie, se confessou culpado de abrigar uma pessoa que estava ilegalmente no país, de acordo com os autos do tribunal.
Em agosto de 2019, as autoridades prenderam 680 trabalhadores, em sua maioria latinos, em várias fábricas de processamento de aves no centro do Mississippi.
Pouco antes do aniversário de um ano das operações, as autoridades federais anunciaram a acusação contra Delgado-Nieves e mais três pessoas que haviam trabalhado como executivos em duas fábricas.
Delgado-Nieves foi indiciado em fevereiro de 2020 por múltiplas acusações. Ele se declarou culpado na segunda-feira, dia 14, de uma única acusação. A sentença está marcada para 15 de setembro. O homem pode pegar até 10 anos de prisão e multa de US$ 250.000.
Delgado era gerente da Southern Knights Industrial Services, que fornecia gerenciamento de funcionários e serviços de folha de pagamento para a A&B Inc, em Pelahatchie, de acordo com uma declaração de Darren J. LaMarca, procurador interino dos EUA para o sul do Mississippi, e Jack P. Staton, agente especial interino encarregado do Departamento Investigações de Segurança Interna (HSI, sigla em inglês), em New Orleans.
Ele é o segundo funcionário da Southern Knights Industrial Services a admitir a culpa de uma acusação relacionada às batidas no local de trabalho. Iris Villalon, 45, de Brandon, se confessou culpada, em abril, pela acusação de ajudar e incitar a abrigar uma pessoa que estava ilegalmente no país. As autoridades federais disseram que ela era a dona da empresa contratante. A sentença de Villalon está marcada para 19 de agosto e também pode pegar até 10 anos de prisão e multa de US$ 250.000.
Fonte: Brazilian Times


















