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5 anos depois: pescadores e famílias de atingidos ainda cobram respostas da Samarco

Eduardo Lima by Eduardo Lima
5 de novembro de 2020
in EDIÇÃO ESPECIAL
0

O rompimento da barragem não só atrapalhou o desenvolvimento da fauna e da flora da região. Diretamente prejudicadas, famílias ribeirinhas perderam renda e tiveram de procurar outras alternativas para sobreviver

ESPECIAL – Lanla Maria Soares, 56 anos, nasceu em uma família de pescadores. Na infância, o rio Doce era como que o parque de diversões da família, que pescava, tomava banho e comia peixe frito quase todos os dias. Tudo ficou no passado – cinco anos, para ser mais preciso.

O desastre que arrasou não apenas Mariana, mas toda a bacia do rio Doce, completa nesta quinta-feira (5) cinco anos, e questões relacionadas ao problema ambiental, que encheu o rio Doce com lama de rejeitos de minério, continuam sem respostas.

Enquanto alguns ainda não têm segurança para consumir a água ou o peixe do rio, pescadores e famílias atingidas exigem mais transparência das empresas acusadas de serem as responsáveis pelo acidente – Vale, BHP Billiton e Samarco.

Poucos grupos de atingidos, sejam eles agricultores, lavadeiras, artesãos, pescadores ou pequenos comerciantes, foram integralmente indenizados pela Vale, BHP Billiton e Samarco. Em Governador Valadares existem 23 comissões de atingidos que buscam repostas até hoje. O DRD ouviu alguns pescadores e a Fundação Renova para saber sobre o que foi feito.

Pescadores sofrem até hoje

Mais de 40 milhões de metros cúbicos de rejeitos atingiram o rio Gualaxo do Norte, em Mariana, desaguaram no rio Doce e seguiram até a foz, em Regência, no litoral capixaba. A lama causou uma série de impactos ambientais, sociais e econômicos, atingindo 39 municípios de Minas Gerais e Espírito Santo. Desde então, a pesca no rio Doce está proibida e sem previsão de retorno.

Pescadores relataram o drama do fim da pesca no rio Doce depois do rompimento da barragem. Foto: Divulgação

Com o rompimento da barragem em Mariana, famílias de ribeirinhos perderam renda e tiveram de procurar outras alternativas para sobreviver.

“Eu pescava 40 quilos de peixes por semana, e vendia de porta em porta nas casas. A vida toda eu fui pescador, e sobrevivia disso. Depois que a pesca foi interrompida, tivemos que nos virar. Foi ruim para todo mundo, né”, relatou o pescador Sandro Rodrigues.

Há 12 anos atuando como pescador, Sandro guarda todas as notas fiscais de vendas de peixes que fazia em Valadares e região. Depois do desastre, ninguém mais quis comprar peixe, por “medo” de ter sido pescado no rio Doce. Um medo que persiste até os dias atuais.

Pescador Sandro Rodrigues segurando sua carteira profissional e notas de vendas de peixes. Foto: Eduardo Lima

Peixarias em Governador Valadares só compram peixes de outros estados, como Amazonas, por exemplo. Sem sua principal fonte de renda, Sandro vive fazendo bicos e recebendo uma espécie de auxílio mensal concedido pela Fundação Renova.

Sandro e muitos pescadores ainda aguardam uma decisão da Justiça sobre as indenizações. “Recebemos tipo um salário, mas a indenização ainda não saiu. Esse salário só não é equivalente ao que a gente ganhava com pescados antigamente”, ressalta.

Lanla é filha de pescador e pertence à comissão de atingidos do território de Governador Valadares. Ela conta que nos últimos cinco anos pouco foi feito.

“Minha família é de pescadores; primos, tios, todos são pescadores. Não se pode mais pescar no rio Doce. O sustento da família vinha da pesca. Até hoje sofremos com isso. Criei meus filhos tomando banho no rio Doce e comendo peixe frito. Isso foi tirado da gente”, lamentou-se.

Lanla Maria Soares, filha de pescador.

De acordo com ela, as indenizações estão paradas na Justiça, e os pescadores estão sem respostas. Alguns ainda estão tentando provar na Justiça que são pescadores.

“O pescador em si, a maioria não tem outra função, e de repente perdeu tudo. A gente acha que não foram justos esses valores. Tem muitos que ainda nem foram reconhecidos como pescadores. Eu entrei na comissão pensando no coletivo, não só pelo meu pai, que é pescador desde 1966. Valadares tem lavadeiras, ilheiros e agricultores que viviam do rio Doce, tiravam dali seu sustento. O que queremos é justiça”, disse.

Lanla Maria Soares e seu pai que é pescador desde 1966.
Pescadores não deixaram de fazer redes e tarrafas.

O que diz a Fundação Renova

Em nota, a Fundação Renova prestou contas sobre o pagamento das indenizações na região de Valadares.

“Em Governador Valadares, até 31 de agosto de 2020, cerca de R$ 50 milhões foram pagos em indenizações a pescadores. Aproximadamente 340 titulares do Auxílio Financeiro Emergencial (AFE) tiveram o valor total pago, de R$ 34 milhões. Cerca de 231 famílias de pescadores receberam R$ 16 milhões em pagamentos de indenizações.”

Fundação Renova

A Fundação Renova também vem prestando contas das indenizações para casos de difícil comprovação na região Leste. A entidade informou que encerrou outubro com a marca de mais de 500 acordos de pagamento de indenização para casos de difícil comprovação de danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão.

O valor pago aos atingidos dos municípios de Baixo Guandu (ES) e Naque (MG) soma cerca de R$ 48 milhões. Eles são os primeiros contemplados no novo sistema indenizatório, implementado a partir de decisão da 12ª Vara Federal, em ações apresentadas por comissões de atingidos.

“Mais de 5.500 requerimentos foram apresentados desde agosto, quando o novo sistema entrou em vigor e instituiu matriz de danos própria a diversas categorias profissionais: lavadeiras, artesãos, areeiros, carroceiros e extratores minerais, pescadores de subsistência, pescadores informais/artesanais/de fato, cadeia produtiva da pesca, revendedores de pescado informais e ambulantes, associações, agricultores, produtores rurais, ilheiros, meeiros, arrendatários e aquicultores para consumo próprio, e agricultores, produtores rurais, ilheiros para comercialização informal.”

Fundação Renova


Tags: floramarianasamargovale
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