“São 60 dias [de tramitação]”

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Rogério Marinho, sobre a expectativa de votar
a reforma da Previdência no Senado

ONGs articularam ataque a embaixadas brasileiras

Órgãos de inteligências concluíram que ONGs estrangeiras que atuam na Amazônia estão por trás de atos de vandalismo contra a embaixada brasileira em Londres. Essas ONGs, que perderam espaço e poder no governo Bolsonaro, articularam ataques em várias capitais europeias, mas somente a ONG porralouca “ExtinctionRebellion” (algo como “rebelião contra extinção”), do Reino Unido, topou a tarefa. O Brasil já endereçou reclamação ao governo local exigindo segurança.

Ideia era coincidir

A ONG deu à polícia pistas da articulação, como a intenção de coincidir o crime com o protesto de índias em Brasília, também nesta terça (13).

Impressão digital

Vândalos emporcalharam a fachada da embaixada com tinta vermelha e pichações citando, claro, questões ambientais e indígenas.

Jargão era petista

Os delinquentes protestaram também contra a eleição democrática do presidente do Brasil, repetindo frases petistas como “ele não”.

ONG terá de pagar

O embaixador Fred Arruda fez divulgar nota contra o vandalismo e vai à Justiça, se necessário, para a ONG pagar os prejuízos causados.

Senador lembra que STF indicou filho de ministro

O Supremo Tribunal Federal (STF) não decidirá contra a indicação do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para o cargo de embaixador em Washington porque, caso houvesse ilegalidade, não teria indicado o filho de um ministro da própria corte, Carlos Veloso, ao Tribunal Superior Eleitoral. “O princípio é o mesmo”, diz o senador Eduardo Gomes (MDB-TO), que apoia a indicação do filho do presidente até pelas qualidades que reconhece no deputado, já no segundo mandato.

Sem ex-ministro

No STF não há “ex-ministro” e sim ministro aposentado, por isso, se houvesse ilegalidade, o filho do ministro não teria sido indicado.

Sem nepotismo

O STF já firmou entendimento de que não há nepotismo, por isso avalizou a indicação de Carlos Veloso Filho para integrar o TSE.

Só para profissionais

É outro o erro de Bolsonaro, indicando o filho embaixador: diplomacia não é para amadores, sobretudo em posto como Washington (EUA).

Passou do ponto

Hélio José, senador entre 2014 e 2018, foi condenado a indenizar a deputada Paula Belmonte (PPS-DF) por danos morais. Ele ofendeu a imagem e honra da deputada, acusando-a de compra de votos.

Deboche

O desembargador do TJ-SP Luiz Soares de Mello, que mandou Alexandre Nardoni de volta para a cadeia, concorda: é um “deboche” com a população a concessão de “saidão” da cadeia no Dia dos Pais para quem matou os pais ou os filhos. “Sou população também”, diz.

Fica na Câmara

Apesar de ter sido expulso do PSL, o deputado Alexandre Frota (SP) não está sujeito a perda de mandato. Ele ficaria sujeito a perda de mandato se tivesse saído voluntariamente. Só senador pode fazer isso.

O que interessa

Três das cinco notícias mais lidas da semana no site do PT tratam do “diálogo cabuloso” entre chefe da facção criminosa PCC, com o partido de Lula e Dilma, que agora está insatisfeito com o governo, claro.

PT celebra recessão

A Perseu Abramo, fundação política do PT, comemorou a possibilidade de recessão técnica na economia brasileira, após a derrota de Macri na Argentina. Só lamentou que não houve mais espaço para a boa nova.

Partido do petrolão

Patrocinado por partidos como o PT e PCO, e grupos como MST, CUT e CTB, todos alinhados com o partido do Mensalão e do Petrolão, os protestos de ontem foram por “Lula Livre” e “Fora Bolsonaro”. Pouco se protestou “pela Educação”, como foi prometido nas redes sociais.

Cursinho eleitoral

O sucesso do RenovaBR, que elegeu 17 das 133 pessoas formadas no curso que oferece, fez multiplicar por 10 o total de matriculados, de 445 cidades. O curso, de olho nas eleições de 2020, vai durar quatro meses.

Dia do Protesto

Neste dia 14 de agosto é celebrado o “Dia do Protesto”. Depois de tantos anos de manifestações, impeachment e indignação, a data já deveria ser feriado no Brasil.

Pensando bem…

… a nomeação de Eduardo Bolsonaro está servindo de VAR: a maior ferramenta para os juízes que querem aparecer.