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quinta-feira, 11 de abril de 2013

Venda de anti-inflamatórios poderá ser controlada

FOTO: Divulgação
A proposta é que todos os medicamentos dessa classe sejam vendidos com a retenção de uma cópia da receita

Quem nunca foi à farmácia para resolver uma dor de cabeça indesejada ou se consultou com um parente para se livrar de um resfriado? Apesar de já ser um forte hábito, a automedicação é grave e pode levar à morte em determinados casos. Estatísticas apontam que os analgésicos e os anti-inflamatórios são os campeões em casos de reação alérgica (44%), seguidos pelos antibióticos (23%). Além disso, o uso de um medicamento inadequado pode interagir com outras medicações e gerar efeitos inesperados.

Por causa desses efeitos e complicações causados pelo uso indiscriminado dos anti-inflamatórios, algumas entidades passaram a defender uma mudança na forma da prescrição. A proposta é que todos os medicamentos dessa classe sejam vendidos com a retenção de uma cópia da receita.

Vale ressaltar ainda que a automedicação ainda pode ocasionar resistência a medicamentos. E quando houver necessidade de administrá-los, eles não terão o efeito desejado. Antes de prescrever um anti-inflamatório, por exemplo, o profissional precisa conhecer as doenças atuais ou já apresentadas pelo paciente e os remédios que ele vem utilizando ou já usou.

Isso é necessário porque, dependendo da droga a ser indicada, pode haver interações medicamentosas ou agravamento de situações existentes, resultando em efeitos colaterais graves, como irritações e hemorragias gástricas, problemas hepáticos, lesões renais e alergias, entre outros problemas graves. Portanto, só o médico tem conhecimento suficiente para identificar, neutralizar ou minimizar as reações indesejáveis.









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