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terça-feira, 14 de maio de 2013

Anvisa avalia risco da presença de formol e ureia no leite

As investigações apontam, até o momento, que a fraude era caracterizada pela adição de ureia agrícola em leite cru
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O consumo de leite com presença de formol não é seguro para a saúde humana. É o que aponta informe técnico divulgado pela Anvisa, na última quinta-feira, 9, em decorrência da Operação Leite Compen$ado, deflagrada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e Ministério Público do Rio Grande do Sul, que investiga a adulteração de leite nas cidades de Ibirubá, Guaporé e Horizontina, no referido estado.

O formol ou formaldeído é toxico se ingerido, inalado ou se tiver contato com a pele e é considerado cancerígeno pela Agência Internacional de Pesquisa do Câncer (IARC) desde junho de 2004. Os tipos de câncer associados à exposição crônica ao formol são os de nasofaringe, nasossinusal e leucemia. Já a ureia, em doses razoáveis, causa pouca ou nenhuma toxicidade para seres humanos, segundo a Anvisa.

No último dia 8, ação do Ministério da Agricultura,  em conjunto com o Ministério Público do Rio Grande do Sul, constatou a adulteração de leite das marcas Italac, Líder e Mumu. Segundo o Ministério, as investigações apontam, até o momento, que a fraude era caracterizada pela adição de ureia agrícola em leite cru, sendo o formaldeído acrescido de forma incidental, por fazer parte da composição do produto utilizado. Esta adulteração tinha como objetivo aumentar o volume com água e tentar manter os padrões de identidade do leite, no caso a proteína, através da adição da uréia.









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