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quinta-feira, 24 de abril de 2014

Cara, corpo e coragem

Após 11 anos no "Pânico", Sabrina Sato se prepara para voo solo no "Programa da Sabrina"
FOTO: Luiza Dantas/Carta Z Notícias
Entrevista com Sabrina Sato, que estreia no sábado, às 20h30, o "Programa da Sabrina", na Record

Sabrina Sato não sabe o que é ser rejeitada. Mas encara sua óbvia popularidade sem grandes afetações. Desde que apareceu efetivamente na tevê, em 2003, de forma ingênua e espontânea no "Big Brother Brasil", da Globo, a paulista de Penápolis sempre esteve bem cotada. Apesar de não ter saído vitoriosa do "reality show" global, ela se garantiu como uma das "queridinhas" da edição. Se antes era pautada pelo seu jeito "caipira", Sabrina ainda tenta seguir o modelo, mas não engana mais ninguém como a "bonitona burra". "Quando entrei no 'Pânico', não acompanhava mesmo os meninos, não entendia todas as piadas. Depois, no palco, você acaba dando uma forçada nas brincadeiras", assume a recém-contratada da Record, que se prepara para estrear no sábado, 26, o "Programa da Sabrina".

Aos 33 anos, a apresentadora poderia ser mais uma "ex-BBB" sem grande repercussão com o fim do confinamento. No entanto, amparada por seu inegável carisma, ela completa 11 anos seguidos no ar. A primeira chance foi dada pela trupe de Emílio Zurita, no "Pânico na TV". Inicialmente tida como a "gostosa" do grupo – exibindo-se sempre em trajes mínimos –, Sabrina, aos poucos, foi ganhando destaque e certa autonomia dentro do programa. "A saída foi sofrida. Aprendi tudo lá. Mas estou seguindo meu coração. Não queria chegar aos 40 anos falando besteira no 'Pânico'", garante, revelando que está preparada para seu voo solo. "Sinto que está todo mundo torcendo por mim. É o maior passo da minha carreira, mas me sinto amparada, protegida e madura para assumir essa responsabilidade", opina, deixando claro que é preciso muito mais inteligência do que sorte para continuar em alta por tanto tempo.

P – Ao longo de sua carreira, já havia surgido muitos convites para você deixar a trupe do "Pânico". O que mudou para, finalmente, você seguir novos caminhos?

R – Eu ficava sabendo meio que por alto das propostas. Nunca parei para escutar nenhuma especificamente. Gostava muito de estar lá, me sentia em casa, protegida. E me divertia muito. Sempre tive esse sonho, mas tinha medo de botar para fora. Achava que não merecia. Mas chegou esse momento e eu achei que precisava fazer isso. Precisava testar outras coisas. Estou com 33 anos, não sou mais uma menina. Não queria chegar aos 40 anos falando besteira no "Pânico". Me senti preparada, madura. Senti também muita confiança na proposta, na forma de criar o conceito do programa. E, então, decidi arriscar.

P – E como é a pressão de ser a maior contratação da Record para este ano?

R – É uma responsabilidade enorme. A maior da minha vida. Estou sem dormir direito e acho que só vou relaxar depois que o programa estrear. Mas acho que isso tudo que estou sentindo faz parte. A minha vida inteira foi assim. Desde que fui bailarina do "Domingão do Faustão", até entrar no "Big Brother Brasil", passando pelo "Pânico"... Tudo que eu fiz tinha um ponto de interrogação. É isso que me move, esse frio na barriga. E eu sou muito corajosa para aceitá-lo. As mudanças são feitas para que a gente cresça, evolua e melhore. Vou tirar o máximo de proveito disso tudo.

P – A data de estreia demorou para ser definida. Existe alguma preocupação ou algum tipo de meta para a audiência? 

R – Não sou nada ambiciosa. Então, não sonho com um programa líder de audiência. Nunca acompanhei isso e também não vou acompanhar. Tem muita gente para se preocupar com isso (risos). Quanto à estreia, foi uma questão minha. Como não tínhamos datas e nem limites, me preocupei que só entrássemos no ar quando tivesse tudo redondinho. E demora muito para criar um programa do zero.

P – Qual é o seu envolvimento na criação do conceito do programa?

R – Estou 100% envolvida. Desde o final do ano passado, tenho conversado dia e noite sobre o programa. Tenho ido à Record praticamente todos os dias, inclusive no Carnaval, quando estava trabalhando também em outros lugares. Tenho vivido e respirado o "Programa da Sabrina". Faço questão de participar de todas as reuniões, do "brainstorming", de tudo. Quero que fique tudo com a minha cara.

P – E como seria um programa com a sua cara?

R – Minha prioridade é que seja um programa para a família toda, uma extensão da casa das pessoas. Tanto as que estão no palco, entre convidados e plateia, quanto quem está assistindo em casa mesmo. Quero que tenha o meu jeito, minha personalidade, a minha pegada. Acho muito chato quando parece que o apresentador está lendo o "teleprompter". Quero que tenha um roteiro bem amarrado para que eu possa brincar em cima dele, como sempre fiz. Tem de ter conteúdo, senão não dá para me soltar e fazer as piadas que eu gosto de fazer. Mas não quero ficar prometendo grandes coisas em cima do programa, não (risos).

Reportagem completa na edição do assinante dessa sexta-feira, 25.









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