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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Uma bela vista do paraíso

FOTOS: Fred Seixas
A VIAGEM até Santana do Paraíso recupera a energia de qualquer um após uma longa jornada de trabalho
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A CACHOEIRA Bela Vista estava lotada no dia em que a visitamos. O lugar realmente tem atraído turistas de toda a região, mas principalmente do Vale do Aço, pela proximidade
SANTANA DO PARAÍSO -

Quando me convidaram pela primeira vez para conhecer Santana do Paraíso fiquei superempolgado, já imaginando que a cidade seria uma das mais belas da região. Quando cheguei na estrada de acesso, porém, quase dei meia-volta para Valadares, já que tinha muita poeira e poucos carros passando pela via, não asfaltada. Seria essa mais uma aventura de índio ou será que a viagem compensaria? Pode ter certeza que valeu não só a pena, mas a galinha inteira.

Chegando ao município não há nada que chame a atenção, a não ser uma gigantesca escola top de linha de dar inveja a muitas escolas públicas das grandes cidades. No entanto, na zona rural de Santana do Paraíso encontrei os tesouros que procurava. Belas e lindas cachoeiras que realmente fazem do lugar, localizado a 107 quilômetros de Valadares, segundo o Google Maps, um paraíso. Para quem desejar chegar ao local sem precisar pegar a “temida” estrada de chão, há opções que só me foram expostas após a viagem, passando por Ipatinga. Porém, a viagem passa a ter 126 quilômetros, mas vale a pena. Para quem gosta de aventura, no entanto, a estrada de chão também poderá render boas fotos em meio às plantações de eucalipto, que dominam de forma imponente e soberana a região.

A cidade é rodeada por várias cachoeiras. Uma delas foi onde decidimos parar e passar o dia: a Cachoeira Bela Vista. A entrada custa R$ 15, por pessoa. Mas o valor se torna ínfimo perto da beleza do local, que também oferece restaurantes, banheiros e churrasqueiras.

A vista é magnífica. A água desce lentamente por uma pedra gigantesca, rodeada de trilhas. No primeiro cenário há uma grande piscina natural, onde a maioria dos banhistas passa o dia. Na realidade, a piscina é uma barragem feita no local. Da barragem, a água escorre para uma outra piscina, mais rasa, que fica lotada de crianças que aproveitam para escorregar sentadas nas pedras até um pequeno lago. Em todo o ambiente há muita grama, onde os banhistas podem estender lençóis e pegar um sol. Também há muitas árvores, para quem prefere ficar na sombra.

Nos restaurantes os visitantes podem comer salgados ou pedir o tradicional feijão tropeiro de Minas, que encanta até turistas estrangeiros. A sensação, realmente, é a de um paraíso. Não só pelas belezas naturais, mas pela paz, preservação e momentos que podem ser eternizados em boa companhia, que é o mais importante em qualquer viagem. 









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