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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Delator afirma que Aécio teria recebido propina, afirma jornal

FOTO: Divulgação
EM NOTA, a assessoria de Aécio Neves classificou a afirmação como "absurda e irresponsável", "cuja intenção é constranger o PSDB, confundir a opinião pública e desviar o foco das investigações"
SÃO PAULO -

Reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal “Folha de S.Paulo” informa que Carlos Alexandre de Souza Rocha, apontado como entregador de dinheiro do doleiro Alberto Youssef, disse em delação premiada ter levado R$ 300 mil a um diretor da UTC Engenharia no Rio de Janeiro, que por sua vez repassaria a quantia ao senador Aécio Neves (PSDB-MG).

Conhecido pelo apelido de "Ceará", Rocha afirmou que o repasse foi feito no segundo semestre de 2013. Conforme a reportagem, ele afirmou que naquele ano fez quatro entregas a um diretor da UTC chamado Miranda, no Rio.

Em seus depoimentos, o presidente da UTC, Ricardo Pessoa, nunca mencionou o nome do senador tucano. O doleiro Alberto Yousseff, pivô da Operação Lava-Jato, também não citou o tucano. Em nota, a assessoria de Aécio Neves classificou a afirmação como "absurda e irresponsável", "cuja intenção é constranger o PSDB, confundir a opinião pública e desviar o foco das investigações".

"Essa absurda e irresponsável citação do nome do senador, sem nenhum tipo de comprovação, já foi desmentida três vezes: pela empresa, que afirmou na própria matéria da Folha "que a acusação não tem fundamento"; pelo dono da UTC, Ricardo Pessoa, que em delação premiada relacionou os políticos que teriam sido beneficiados pela empresa — entre eles não está o senador Aécio Neves —; e por Youssef, que anteriormente, através de seu advogado, já havia afirmado que não conhece o senador e nunca teve com ele qualquer tipo de relação ou negócio, posição reafirmada por ele em depoimento prestado à Polícia Federal (...) A falsidade da acusação pode ser constatada também pela total ausência de lógica: o senador não exerce influência nas empresas do governo federal com as quais a empresa atuava e não era sequer candidato à época mencionada. Além disso, a UTC não executou nenhuma obra vinculada ao Governo de Minas Gerais no período em que o senador governou o estado", diz a nota do PSDB.









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