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sábado, 21 de junho de 2014

Condenado por vender passaporte falso e facilitar imigração ilegal nos EUA

Maurício Ribeiro Prates, de 45 anos, está preso desde setembro do ano passado, quando desembarcou no Aeroporto Internacional de Nova York
FOTO: Divulgação/Polícia Federal
Maurício Prates também estava na mira da Justiça brasileira, já que havia fugido da cadeia de Valadares no final de 2010
GOVERNADOR VALADARES -

Foi condenado a três anos de prisão nos Estados Unidos, na última quarta-feira, 18, o brasileiro Maurício Ribeiro Prates, de 45 anos. Preso desde setembro do ano passado, quando desembarcou no Aeroporto Internacional de Nova York, Prates se declarou inocente em julgamento de fevereiro deste ano. Ele é acusado de vender passaportes falsos para brasileiros e de facilitar a imigração ilegal deles.

Apesar de se declarar inocente, Prates chegou a ser reconhecido em 2013 por dois brasileiros que se utilizaram de seus serviços para entrar nos Estados Unidos com passaportes italianos, tendo pago R$ 30 mil por cada um.

Desde então, autoridades americanas vêm investigando Maurício Ribeiro Prates, que seria o principal suspeito de um esquema que vem sendo apurado pela Justiça americana desde 2010, com dois coiotes, também brasileiros. Mas Prates também estava na mira da Justiça brasileira, já que havia fugido da cadeia de Governador Valadares no final de 2010, após ter sido preso em agosto de 2008 ao tentar embarcar em um voo para Fortaleza com a mulher e os três filhos, todos portando documentos falsos. Desde sua fuga, seu paradeiro era desconhecido da polícia brasileira.

A prisão em 2008 se deu após Prates adquirir passagens aéreas para a família através do código de uma funcionária de uma agência de turismo de Valadares. De acordo com os documentos do processo americano, essa é a mesma agência que ele utilizava para adquirir passagens aéreas para os imigrantes ilegais.

Condenado a três anos, a pena mínima por "trazer estrangeiros aos EUA com o propósito de vantagem comercial e ganhos financeiros privados", Maurício Prates fez um acordo com a Promotoria em Fort Lauderdale, ao norte de Miami. A pena máxima para esse crime seria de 10 anos. Depois de cumprir a sentença, o brasileiro ficará ainda por três anos sob liberdade condicional, mas terá de deixar o país.

Confira o texto na íntegra na edição impressa do DRD de domingo, 22.









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