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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Valadarense é vice em Desafio de Parapente

FOTO: Divulgação
DESAFIO SUDESTE contou com a participação de 150 pilotos de parapente em Cambuquira (MG)
GOVERNADOR VALADARES -

O valadarense Moisés Sodré, também conhecido no voo livre como Moka, conquistou o vice-campeonato do Desafio Sudeste Parapente 2015. A competição foi disputada em três etapas: Ilha do Ar (SP), Castelo (ES) e Cambuquira (MG). O campeonato contou com a participação de mais de 150 pilotos divididos nas categorias Open, Sport e Feminino.

Moka competiu na categoria Open e não participou da primeira etapa, que foi realizada em Ilha do Ar (SP), no dia 12 de julho. Na etapa realizada em Castelo (ES), disputada nos dias 19 e 20 de setembro, Moka ficou com o terceiro lugar geral. Já na última etapa, realizada em Cambuquira (MG), nos dias 10 a 12 de outubro, Moka terminou em sexto lugar geral. A pontuação final do piloto valadarense foi de 3.465, ficando como vice na competição. O campeão, Pablo Rodarte, fez 3.523 pontos.

Moka destacou o resultado conquistado neste evento. “Todo campeonato conta ponto para o ranking brasileiro de voo livre e todos os campeonatos que você participa, na somatória geral, são definidos os pilotos para disputar o Campeonato Brasileiro. Também tem o Mundial, que será realizado aqui em Valadares, em 2017, e, para disputar, eu tenho que manter os bons resultados, lembrando que sou o atual vice-campeão brasileiro. Neste Desafio Sudeste, participaram os melhores pilotos do País, que são os pilotos que pontuam para conseguir a vaga no Mundial também”.

Moka também revelou os próximos desafios. “Pretendo quebrar o recorde valadarense de distância, que são 205 quilômetros de distância, fazendo um voo direto sem paradas. O atual recorde é de um piloto carioca que decolou de Valadares e pousou em Fervedouro (MG). Já cheguei a voar 165 quilômetros e quero quebrar esse recorde. Também quero disputar a última etapa do Brasileiro em Sapiranga (RS), do dia 29 de novembro a 5 de dezembro”.

Ele explica a necessidade de ter um patrocínio para continuar a conseguir bons resultados. “Eu estou buscando patrocínio, pois sou um atleta que participa dos campeonatos sem apoio. E participar das competições fica bem caro. Nesse momento, estou com um equipamento defasado. Eu estou voando com o paraglider “Boomerang 9” e hoje já existe o “Boomerang 10”, que tem mais velocidade, mais planeio. Mesmo tendo um equipamento defasado, ainda estou conseguindo bons resultados, apesar das dificuldades. Tenho 22 anos de experiência de voo livre e muita habilidade, mas um equipamento mais atual faz muita diferença para o piloto. O custo geral do equipamento é de mais ou menos R$ 21 mil e estou à procura de apoio”.

Os interessados em patrociná-lo, bastam entrar em contato pelo e-mail: sgt.sodre@hotmail.com ou pelo telefone (33) 98859-7166.









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