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sábado, 25 de outubro de 2014

Givanildo ressalta equilíbrio do América-MG

FOTO: Divulgação
GIVANILDO JÁ alcançou o posto de terceiro técnico que mais partidas dirigiu a equipe em toda a história
BELO HORIZONTE -

De virada, o América venceu o América-RN por 2 a 1 na noite de sexta-feira, na Arena Independência, pela 32ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Com dificuldades para furar o bloqueio potiguar, o Coelho atacou a partida toda, mas o alívio só veio na parte final do jogo. Com mais esta brilhante vitória, o time encosta de vez no G4, atrás apenas quatro pontos do Avaí, quarto colocado, e com um confronto direto contra os catarinenses. A vitória mostrou a força da equipe americana, que superou um adversário resistente na Arena Independência, o que valorizou ainda mais o triunfo do Coelho.

“Nós fomos buscar o resultado de um jogo muito difícil. Eu tinha visto o jogo do América-RN contra o Vasco. Foi um time pegador, marcação forte e, às vezes, quando um jogador do Vasco estava com a bola tinha dois ou três deles e isso, aqui, complicou um pouco a gente. Mas, no primeiro tempo, era pra gente ter saído com dois (gols) pelo menos pela situação que se criou no jogo. Na bola do gol deles, foi falta. Se ele (árbitro) não deu nós tínhamos que ter tranquilidade. O que eu mais pedi no intervalo foi para ter equilíbrio, não entrar em desespero com o juiz, senão ia esquecer o jogo e ficar atrás dele. E nós conseguimos uma virada e uma virada muito importante”, analisou Givanildo ao falar sobre as dificuldades da partida.

APROVEITAMENTO

O América chegou ao nono jogo de invencibilidade com a vitória. São seis vitórias e três empates, com 78% de aproveitamento. Para explicar esses números, Givanildo Oliveira é enfático. Todo o trabalho do grupo é baseado no equilíbrio.

“O futebol muda muito. Na preleção foi o que mais alertei (sobre o equilíbrio na partida). Um time que chegou a 75% de aproveitamento do Vila Nova para cá. Agora, com essa vitória isso subiu, foi para uns 80%. É muito. Dentro de uma competição dessa, é difícil. Estamos com equilíbrio, não estamos entrando em desespero porque quando eu falo para eles isso, em qualquer situação, como para não revidar uma jogada, é equilíbrio também. Para marcar, tem que ter equilíbrio na marcação. Agora, equilíbrio não quer dizer moleza. Eu sempre lembro disso. Não fique esperando o equilíbrio e não corra atrás pra ver. Em algumas situações do futebol, como por exemplo o juiz: se você não tem equilíbrio e vai lá pega um juiz como o que apitou hoje, vai expulso e aí? Felizmente, nós estamos conseguindo manter e eu espero que continue com essa parte firme e forte para a gente não entrar em desequilíbrio durante o jogo porque aí você vai terminar perdendo”, enfatiza.

O treinador chegou ao grupo exatamente antes da vitória contra o Vila Nova, em Goiás. Em sua quarta passagem pelo clube, Givanildo está invicto. Além disso, já alcançou o posto de terceiro técnico que mais partidas dirigiu a equipe em toda sua história. Ainda assim, o treinador não assume a alcunha de ídolo, mesmo lembrando bem de suas conquistas pelo clube.

“Os números estão mostrando que o time quer. São coisas da vida que acontecem, não sou só eu que dou ao América. O América me deu muita coisa também. Foi no América que eu fui campeão brasileiro da Série B, campeão brasileiro da Série C, que a gente chegou a um vice-campeonato estadual depois de 10 anos, que a gente chegou na primeira divisão para tentar ainda salvar, o que vocês sabem que era muito difícil. Então, é uma identificação muito grande. Eu acredito nisso e os números estão aí para mostrar”, encerra. As informações são do Site do América.









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