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domingo, 22 de fevereiro de 2009

FATOS E POLÍTICA — CQC

A procuradoria da Câmara deverá examinar a reclamação do deputado Flávio Bezerra (PMDB-CE) contra a equipe do CQC (foto), programa humorístico da TV Bandeirantes. O deputado se irritou com a equipe, que tentou entrevistá-lo no corredor da Câmara semana passada. "Fui abordado por uma equipe de reportagem do CQC e disse que não queria dar entrevista, mas continuaram me filmando", reclamou Bezerra ao presidente da Casa, Michel Temer (PMDB-SP).

CQC 2 — "Acho que deve ser tomada alguma providência com relação a se fazer humor com quem está cumprindo seu dever vindo trabalhar. Então, eles idealizam, simulam uma entrevista e, depois, focalizam uma comédia com nossa imagem", continuou o parlamentar. Bezerra contou que, em outra ocasião, já deu entrevista à equipe do CQC e foi ridicularizado no programa. A produção do CQC informou que a equipe estava fazendo seu trabalho da maneira habitual.

GASTOS — O crescimento das despesas no primeiro mês de 2009 não preocupa o governo federal. O total de gastos em janeiro deste ano foi de R$ 48,13 bilhões. No mesmo período de 2008, as despesas foram de R$ 38,98 bilhões. Os desembolsos do Tesouro com pessoal passaram de R$ 12,57 bilhões para R$ R$ 16,49 bilhões e com custeio, de R$ 9,9 bilhões para R$ 13 bilhões. Além disso, o déficit da Previdência Social aumentou 24,5%, totalizando R$ 6,3 bilhões.

ONZE ANOS — O empresário Sérgio Naya, que morreu anteontem (20) em um hotel em Ilhéus (BA), ficou conhecido nacionalmente após o desabamento do Edifício Pálace 2, no Rio, o qual deixou oito mortos e 120 famílias desabrigadas. A tragédia completa 11 anos hoje, 22 de fevereiro. A maior parte das vítimas ainda não recebeu indenização.

ONZE ANOS 2 — O laudo técnico apontou erros de cálculo na construção do prédio e uso de material de construção de baixa qualidade pela construtora Sersan, de propriedade do empresário. Naya respondia a mais de 100 processos judiciais. O empresário chegou a ficar preso por 106 dias, acusado de falsidade ideológica e falsificação de documentos públicos, e mais 27 por causa do desabamento, mas foi absolvido no processo que o responsabilizava pela morte dos oito moradores.


Fonte: Agências Estado e Brasil








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