“Melhorou, mas não o suficiente”

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FOTO: Divulgação

Rogério Marinho, secretário de Previdência e Trabalho, sobre os níveis de desemprego

Brasil deve alardear expertise em guerra na selva

Tipos como o francês Emmanuel Mácron pregam a “internacionalização da Amazônia” por avaliarem que o Brasil não tem meios de defender-se de agressão externa. É um erro grosseiro, como advertiu Carlos Blanco de Morais, catedrático da Universidade de Lisboa. Ele lembra que Exército brasileiro é um dos melhores do mundo em combate na selva, e conhece bem o terreno. Diplomatas defendem no governo que o Brasil passe a alardear sua expertise para inibir fantasias colonialistas.

Exercícios educativos

A ideia é fazer exercícios militares de grande visibilidade, na Amazônia, até para educar quem sonha invadir o Brasil para “salvar a Amazônia”.

Loucos à espreita

Um sujeito chamado Stephen Walt publicou na revista ForeignPolicy, dos EUA, o artigo “Quem vai invadir o Brasil para salvar a Amazônia?”.

Crença ingênua

Após a redemocratização, o Brasil descuidou da defesa com base na crença ingênua de que a melhor defesa do pobre é a “força do direito”.

Lógica de coitado

Pela lógica de “pobre bem comportado”, em vigor há anos, a segurança e o progresso do Brasil seriam decorrência da “confiança” dos ricos.

Governo planeja minirreforma após a Previdência

O governo Bolsonaro deve realizar uma minirreforma ministerial após a aprovação das reformas da Previdência e Tributária. O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, já pode começar a arrumar gavetas. Além de enroladíssimo, seu desempenho é considerado sofrível. O presidente Jair Bolsonaro só não cogita substituir os três ministros do núcleo duro do governo, dos quais se orgulha muito: Sérgio Moro (Justiça), Paulo Guedes (Economia) e Tarcísio Freitas (Infraestrutura).

Damares fica

Antes tida como “instável”, a ministra Damares (Direitos Humanos) se tornou das mais importantes do governo e deve permanecer no cargo.

Cidadania menor

Vai encolher, na reforma, o Ministério da Cidadania, chefiado por Osmar Terra, união das pastas do Esporte, Cultura e Desenvolvimento Social.

Marca do pênalti

Após ver reduzidas suas atribuições, Onyx Lorenzoni (Casa Civil) está sob observação. Se não “encher os olhos do presidente”, vai dançar.

Que País é este?

Políticos subornados por empreiteiras, que até pagavam campanhas e suas contas pessoais, andaram cabisbaixos. Mas, impunes, criaram asas. Agora ameaçam prender quem os investigou.

Como nunca houve

Segundo documento elaborado pela Casa Civil, dentro do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), 118 projetos devem atrair para o Brasil um total de US$317,5 bilhões (R$1,3 trilhão) em investimentos.

Queda livre

Dois anos depois da reforma trabalhista e do fim do imposto sindical obrigatório, a criação de sindicatos continua caindo. Foram 420, em 2016, com a contribuição compulsória, para menos de 180 até agosto.

Sem perdão

Cresce nas redes sociais a lista de políticos e personalidades batizada de “isentocentrões”. São todos aqueles que apoiaram Jair Bolsonaro, mas também o criticaram. Bolsonaristas “raiz” não perdoam.

Deve ser muito bom

Criado na Constituição imperial de 1824, o Senado (ou “o céu”, com tantas regalias e 8 anos de mandato), teve 68 presidentes. Nenhuma mulher. O recordista José Sarney foi presidente quatro vezes.

TV aberta que se cuide

Maior plataforma de vídeos do mundo, o YouTube entrou no mercado de transmissões ao vivo de eventos esportivos. O site agora reunirá o conteúdo esportivo de mais de 70 canais. Por enquanto, só nos EUA.

Desinformação na pauta

A Câmara realiza neste mês um seminário para debater as fakenews e como elas impactam o Legislativo, as eleições e a vida das pessoas. O evento nos dias 25 e 26 tem inscrição gratuita, mas as vagas limitadas.

‘Lei nunca previu’

A ANS, agência reguladora dos planos de saúde, diz, em nota, que “a Lei nº 9.656/98 nunca previu a obrigatoriedade de comercialização de planos individuais”. Por isso nega que tenha revogado a venda obrigatória de planos individuais para forçar a opção pelos coletivos.

Pergunta ao Congresso

Quando uma reforma séria vai extinguir órgãos inúteis, como tribunais municipais de contas e tribunais jabuticaba, que só existem no Brasil?