“Há bandidos, farsantes encaminhando mensagens em meu nome”

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Líder do governo, deputada Joice Hasselmann denuncia que seu celular foi ‘hackeado’

Prisão ‘especial’ de Lula já custou R$ 4,7 milhões

Petista condenado por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex, Lula está preso desde 7 de abril de 2018, sob condições especiais, numa sala que era o alojamento de policiais na sede da Polícia Federal, em Curitiba (PR). São 472 dias. A PF estima que o custo para manter o petista preso é de R$ 10 mil por dia, ou seja, já foram R$ 4,7 milhões até o momento. Até o fim do próximo mês o total gasto no petista condenado atinge a marca de R$ 5 milhões.

Preso, mas nem tanto

O petista tem direito a banheiro com água quente e televisão numa sala de 15 m2. E ainda pode conceder “entrevistas” a veículos e jornalistas.

Ninguém aguenta

Em ofício ainda em abril de 2018 à Justiça Federal, a PF pediu a transferência de Lula a outro presídio em razão dos custos elevados.

Moral?

Para o Ministério Público, Lula não pode ser enviado a outra prisão, pois não há como garantir a “segurança física ou moral” do petista.

Custo 120x maior

O custo médio de um preso aos cofres públicos no Brasil é de R$ 2,5 mil por mês. Lula custa ao contribuinte cerca de R$ 300 mil por mês.

Só 15 senadores não recebem auxílio ou imóvel

Entre os 81 senadores no exercício do mandato, apenas 15 não são beneficiados com auxílio moradia de R$ 5,5 mil por mês e tampouco ocupam um imóvel funcional. A prática é “novidade” na Casa: 14 dos senadores foram eleitos (ou reeleitos) em 2018. Apenas Álvaro Dias (Pode-PR) conquistou o mandato em 2014 e está no grupo daqueles que não ocupam imóvel funcional e também não levam o auxílio. O senador Paulo Paim (RS) é o único da bancada do PT no grupo.

Moradores de Brasília

Os três senadores do DF, Izalci Lucas (PSDB), Leila Barros (PSB) e Reguffe (sem partido) não ocupam imóvel, nem recebem auxílio.

São poucos

Alessandro Vieira (Cid-SE), Chico Rodrigues (DEM-RR), Confúcio (MDB-RO), Girão (Pode-CE) e Espiridião Amin (PP-SC) estão na lista.

Lista curta

Siqueira Campos (DEM-TO), Kajuru (PSB-GO), Bittar (MDB-AC), Oriovisto (Pode-PR) e Renilde Bulhões (Pros-AL) completam a lista.

No vermelho até 2022

Desde 2014 as contas do governo federal estão no vermelho, e a proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias prevê rombo de mais de R$ 124 bilhões para 2020. A situação deve permanecer negativa até 2022.

De olho no rombo

Apesar do novo contingenciamento de R$ 1,4 bilhão anunciado ontem, até maio deste ano o rombo fiscal registrado pelo governo federal foi de R$ 17,4 bilhões, diz o Tesouro. A meta de déficit é de R$ 139 bilhões.

Bolsonaro duas rodas

O presidente Bolsonaro foi recebido com aplausos e gritos de “mito” no Brasília Capital Moto Week, um dos maiores eventos do tipo do mundo. Ele é motociclista, mas optou por andar a pé no meio da multidão.

Eleição na nossa conta

Segundo o parecer do relator da Leia de Diretrizes Orçamentárias, Cacá Leão, parte dos recursos destinados às emendas de bancada poderá “amparar o custeio” das eleições municipais em 2020.

Balanço do Congresso

O Senado contabilizou 131 projetos aprovados no primeiro semestre de 2019. Foram aprovados 90 propostas pelo plenário da Casa e 41 foram aprovadas nas comissões. Na Câmara foram 177 propostas aprovadas: 60 no Plenário e 117 em caráter conclusivo nas comissões da Casa.

Mensagens vazadas

Em 2015, o aplicativo Telegram realizou o Crypto Contest, torneio de criptografia com prêmio de US$ 300 mil aberto a qualquer um que invadisse o sistema. Apesar de muito criticado, ninguém teve sucesso.

PIB per capita

Entre 1994 e 2016, o PIB per capita cresceu consistentemente, sem cair. Foi de R$ 2,2 mil em 1994, primeiro do Plano Real, para R$ 30,4 mil em 2016. Os dados são da Fundação Getúlio Vargas e do IBGE.

Palestra e luta

A OAB-DF, com o apoio da Caixa de Assistência dos Advogados, promoveu nesta terça-feira (23) palestras sobre “A mulher negra e a década afrodescendente da luta por direitos”, no plenário José Eduardo Grossi.

Pensando bem…

…contingenciamento ainda não virou corte.