Casos de zica, chikungunya e dengue aumentam e estado está em situação de alerta

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FOTO: Divulgação

De acordo com o último boletim epidemiológico, divulgado pela Secretaria de Estado de  Saúde de Minas Gerais (SES) no dia 7 de outubro, o estado está em situação de alerta devido ao aumento no número de casos de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti (dengue, chikungunya e zika). Os dados mostram que já foram registrados 481.294 casos prováveis (casos confirmados + suspeitos) de dengue e 144 óbitos em 45 municípios; 110 óbitos permanecem em investigação para esse agravo.Em relação à febre chikungunya, Minas Gerais registrou 2.748 casos prováveis da doença até o momento. Um óbito por chikungunya já foi confirmado do município de Patos de Minas e existe um óbito em investigação.

Em relação à zika, foram registrados 758 casos prováveis da doença até a data de atualização do boletim.Em Governador Valadares, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS), informou que em 2019 já foram notificados 767 casos prováveis de arboviroses no município, sendo 697 de dengue, 65 de chikungunya e 5 de zika.

A Prefeitura de Valadares reforça que não tem medido esforços para combater as arboviroses. Para isso, desenvolve ações de mobilização social com o objetivo de prevenir e combater focos do Aedes aegypti. Tendo como base os levantamentos do LIRAa, investe na capacitação das equipes de toda a rede para agir de forma estratégica e eficaz.

Recomendações básicas para evitar a dengue

Durante o período de seca, a população deve continuar evitando acumular água parada. Até porque, uma vez que são depositados, os ovos do Aedes aegypti conseguem sobreviver por meses. Portanto, não deixe que se formem pilhas de lixo ou entulho em locais abertos, como quintais, praças e terrenos baldios. Outro hábito que faz diferença é limpar regularmente as calhas. No mais, lave semanalmente, com sabão, recipientes como vasilhas de água do animal de estimação e vasos de plantas. Isso ajuda a eliminar os ovos do Aedes aegypti.

por Angélica Lauriano